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Sexta, 15 Nov 2019
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POLÍTICA
“UMA REPRESENTANTE DOS INTERESSES DO INTERIOR”
Rádio Cova da Beira
Foi este o compromisso público assumido em Castelo Branco por Maria de Belém caso seja eleita Presidente da República nas eleições agendadas para o próximo dia 24 de Janeiro. A candidata marcou presença numa acção de campanha que decorreu naquela cidade para apresentar as linhas gerais do seu programa e onde foi confrontada pela presidente da federação distrital do PS com a necessidade de promover uma maior coesão territorial.
Por Nuno Miguel em 20 de Nov de 2015

Hortense Martins refere que na posição de mais alta magistrada da nação, Maria de Belém deve chamar a atenção para as desigualdades territoriais entre o litoral e o interior “quando for eleita presidente da república tome nas suas mãos a tarefa de chamar a atenção para a necessidade de um maior reequilíbrio no nosso país e de uma maior coesão territorial e social; confiamos em si para essa tarefa”.

Um repto aceite de imediato pela candidata presidencial, que se compromete a colocar a questão no topo das suas prioridades “eu nunca me conformei com aquilo que se passa da divisão do país entre litoral e interior e o compromisso público que eu assumo é que serei uma adequada representante dos vossos interesses e uma defensora incansável dos direitos iguais para todos. Castelo Branco é um distrito que tem muitas potencialidades mas também algumas fragilidades e quando é comparado com o litoral ainda está longe de atingir os seus níveis de desenvolvimento”.

Maria de Belém acrescenta que nesta campanha não vai abdicar dos princípios fundamentais que sempre nortearam a sua acção da vida política e admite que seria mais confortável não avançar nesta corrida “sei que tudo apontaria para que nesta fase da minha vida eu pudesse retirar-me da intervenção pública e política mas senti um enorme impulso de cidadania e decidi que devia contribuir para a melhoria das condições de vida do meu país. Quando me apresento como candidata o que coloco perante todos é o meu percurso político, as minhas opções que sempre foram centradas na defesa da liberdade e dos direitos fundamentais e nunca irei abdicar desses princípios porque eles são a base da decisão justa”.

Já o mandatário nacional da candidatura, Marçal Grilo, refere que Portugal “precisa de uma presidência atenta e participativa, capaz de dar voz a Portugal e aos portugueses e que esteja consciente de que o nosso papel e a nossa influência têm de ser potenciados por alianças com quem temos interesses comuns. Não nos podemos deixar marginalizar nem permitir que nos tratem como filhos menores.


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