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Segunda, 26 Ago 2019
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POL√ćTICA
REFORMA SEM BENEF√ćCIOS
Rádio Cova da Beira
O presidente da c√Ęmara municipal de Celorico da Beira considera que os munic√≠pios da regi√£o ainda n√£o sentiram qualquer vantagem em ter sediada na Guarda a sede da empresa ¬ď√Āguas de Lisboa e Vale do Tejo¬Ē.
Por Nuno Miguel em 20 de Nov de 2015

A autarquia celoricense foi uma das que integra o sistema multimunicipal que já recebeu uma proposta para o pagamento da dívida do abastecimento de água em alta mas, de acordo com o autarca “eu tive que ir reunir a Lisboa, não reuni aqui. Não sei se os elementos da administração naquele dia estavam para lá deslocados; o que sei é que a sede está aqui na Guarda mas eu continuo a reunir com eles fora daqui”.

 

José Monteiro acrescenta que à semelhança do que sucede noutros municípios, como é o caso de Belmonte, também o concelho que dirige aguarda pela concretização do plano de investimentos da empresa que nunca foi concretizado “o investimento ficou muito aquém do contrato inicial que foi assinado; se nós, os municípios, não cumprimos somos logo chamados à responsabilidade por todas as entidades fiscalizadoras e esta gente, que não cumpre com nada, são reis e senhores. Não é assim que se governa”.

A empresa reclama à autarquia o pagamento de uma dívida a rondar os três milhões de euros, mas o autarca não aceita o modelo proposto para a liquidação dessa verba “querem que a câmara municipal aceite que as águas cedam os créditos a uma entidade bancária a uma taxa de três por cento e que serão actualizados de acordo com a variação positiva da «euribor», nem sequer admitindo um cenário de variação negativa. Isto só há uma entidade que é ganhadora, que são as águas, e nós não podemos aceitar isso”.

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