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Quarta, 21 Out 2020
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POL�TICA
“A AGRICULTURA ESTÁ DE PARABÉNS”
Rádio Cova da Beira
A directora regional de agricultura e pescas do centro faz um balanço muito positivo da actividade registada no sector ao longo da última legislatura. Adelina Martins refere que cresceu de forma significativa o número de projectos agrícolas que beneficiaram de apoio comunitários, foram introduzidas técnicas inovadoras de produção e também aumentou o número de jovens agricultores que se instalaram na região.
Por Nuno Miguel em 19 de Sep de 2015

Para a directora regional estes dados comprovam que o sector deve ser encarado como uma aposta de futuro e que pode contribuir para o desenvolvimento económico de toda a região “ a agricultura em toda a zona centro está muito bem e de parabéns; tivemos muita gente a investir, o sector cresceu e isso permitiu aumentar as nossas exportações, tivemos muitos jovens a instalar-se e estamos cada vez mais a apoiar e a dinamizar aquilo que é a inovação. Entre os dois quadros comunitários a dinâmica de investimento não foi interrompida e como tivemos uma taxa de execução em quatro por cento superior à média europeia pudemos beneficiar de um período de transição e por isso as candidaturas não pararam e inclusivamente já apoiámos os primeiros projectos no contexto do novo quadro comunitário o que é muito importante”.

Questionada pela RCB sobre os efeitos negativos que pode trazer para o sector a proposta de revisão do IMI para os prédios rústicos onde estejam a funcionar explorações agrícolas, Adelina Martins refere que cabe às autarquias poderem encontrar formas de minimizar o problema “essa é uma matéria que embora seja determinada a nível nacional permite que a nível local os autarcas tenham possibilidade de fazer as suas opções; temos um exemplo claro que é o do presidente da câmara do Fundão que tem estado sempre muito empenhado em criar uma maior proximidade junto do tecido económico agrícola e por isso acaba por estar na mão dos autarcas a possibilidade de baixarem essa taxa de IMI e por isso são as autarquias que devem definir se essa matéria assume um carácter prioritário ou não”.


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