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CULTURA
COVILHÃ: “DESCOBRIDORES” NAS ESCOLAS
Rádio Cova da Beira
É preciso dar continuidade ao legado que os homens da Covilhã, que participaram nos Descobrimentos, deixaram, disse este sábado o presidente da assembleia municipal da Covilhã.
Por Paulo Pinheiro em 22 de Aug de 2015

Santos Silva falava no final da homenagem prestada no âmbito das comemorações dos 600 anos do Senhorio da Covilhã, a D. Diogo Álvares da Cunha, colaborador de D. Henrique na Tomada de Ceuta, com deposição de flores no seu túmulo, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição.

Para o presidente da A M, a Covilhã tem potencialidades para se continuar a afirmar no futuro sendo a Universidade da Beira Interior uma via para esse objetivo.

Santos Silva defende que os covilhanenses têm obrigação de desenvolver “a herança” deixada pelos antepassados e sublinhar a importância que a Covilhã já tinha nessa altura

“Se o principal responsável (Infante D. Henrique) pelo processo dos Descobrimentos, que se iniciou com a tomada de Ceuta e que num processo mais vasto que está em curso que é o da Globalização, recebeu do rei D. João I como reconhecimento pelo feito o Senhorio da Covilhã é porque já nessa altura a Covilhã tinha uma grande importância. Foi a forma do rei reconhecer ao principal obreiro deste rpocesso da globalização tudo o que ele estava a fazer”, sublinhou.

O peso histórico da Covilhã tem que ser colocado na agenda de uma forma permanente afirma o vereador com o pelouro da cultura da câmara municipal. A ligação aos descobrimentos é uma marca ancestral da Covilhã que o atual executivo pretende transportar para a contemporaneidade.

O próximo passo é transmitir aos mais novos esta mensagem refere Jorge Torrão

“É o passo que vamos seguir. Ficaríamos muito aquém se não fizermos aquilo que é agora fundamental: no próximo ano letivo que se avizinha fazer a difusão destas personalidades aos alunos em ligação aos professores , porque sem eles não chegará uma informação em qualidade”, sustenta o autarca

Na cerimónia de homenagem a D. Diogo Álvares da Cunha, para além da autarquia participaram os bombeiros voluntários da Covilhã e os escuteiros e várias figuras trajadas a rigor do tempo das descobertas de novos mundos.

No jardim público há para ver uma exposição, inaugurada esta manhã, com 14 figuras de covilhanenses que, de uma outra forma, estão ligados aos descobrimentos.

Esta noite há um espetáculo, também no jardim público ao não perder “Ad Murmurato”, com poemas de D. Rodrigo de Castro (século XV) através da ASTA.


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