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Segunda, 26 Ago 2019
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POL√ćTICA
MUSEU REGRESSA ÀS ORIGENS
Rádio Cova da Beira
Passados 105 anos, o Museu Francisco Tavares Proen√ßa J√ļnior, em Castelo Branco, regressa √† posse do munic√≠pio. Uma transfer√™ncia que vai permitir ligar o museu ao jardim do pa√ßo, criando um circuito de visita que segundo Aida Rechena vai aumentar ¬ďsubstancialmente¬Ē o n√ļmero de entradas no Museu, visitado todos os anos por 15 a 20 mil pessoas.
Por Paula Brito em 20 de Aug de 2015
Na assinatura do protocolo que transfere edifício, espólio e equipamento para a Câmara municipal, o secretário de estado da administração local traçou as vantagens desta descentralização “integração na comunidade e na oferta cultural existente, envolvimento da comunidade local, eficácia na gestão, eficiência, rapidez, responsabilização”.

António Amaro garante que a transferência não significa nem desresponsabilização do Estado que vai acompanhar a situação, “foi criada uma comissão de acompanhamento para ir testemunhando se a missão está a ser cumprida”, nem desinvestimento “concretizámos este contrato segundo o princípio de gastava-se 100, transferimos 100”.

Quanto aos trabalhadores do Museu, o governante diz que foi possível neste processo reunir o melhor dos dois mundos neste contrato “o contrato transfere o equipamento, o acervo, o imóvel, as obrigações durante a sua vida, com a possibilidade de regressar, portanto os trabalhadores são transferidos para os quadros do município com as mesmas condições que o Estado lhes conferia, em termos de direitos, sendo que têm sempre a posição de origem salvaguardada”.

Para o presidente da câmara de Castelo Branco esta transferência é também uma oportunidade de revitalizar e valorizar a rede de museus e espaços culturais que já existem e outros que vão surgir em breve “desde logo aquele que já está em obra que é o museu do bordado de Castelo Branco, temos também a ambição de ter a fábrica dos lanifícios nos Cebolais, para já estes dois são os que perspectivamos ser mais rápidos, nós temos uma política cultural muito forte e queremos dinamizar todos estes espaços”.

Luís Correia aproveitou para anunciar que a autarquia deixou cair por terra o museu do brinquedo, no seu lugar, nas antigas instalações da GNR, vai surgir um núcleo do Museu Cargaleiro.


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