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POL√ćTICA
"BELMONTE: UMA PORTA PARA O MUNDO LUS√ďFONO"
Rádio Cova da Beira
A localiza√ß√£o geogr√°fica de Belmonte, facilitadora para expandir a universidade, foi um dos fatores que levou a ¬ďSwiss Scholl of Economics" a escolher a terra de Pedro √Ālvares Cabral para instalar um p√≥lo da universidade Su√≠√ßa. O protocolo com a c√Ęmara municipal de Belmonte prev√™ a cria√ß√£o de ofertas formativas de p√≥s-gradua√ß√£o em economia, gest√£o e desenvolvimento de neg√≥cios.
Por Paulo Pinheiro em 18 de Aug de 2015

A escola da “Swiss Scholl of Economics” ficará situada nas antigas instalações da câmara municipal, na Praça da República, e no edifício dos antigos correios".  A fundação suíça adquire imóveis na zona histórica de Belmonte para recolocar os serviços que atualmente ali existem.

O presidente da câmara Municipal de Belmonte mostra-se optimista quanto ao sucesso do projecto

"Estão disponíveis para investir, mas com certeza que vêm para ganhar dinheiro. É óbvio. Eu disse que íamos ganhar o futuro  e estamos a tentar dar esses passos para ganhar o futuro. Estou confiante", disse António Dias Rocha. Para o edil, Belmonte vai ficar enriquecido com a intervenção da escola "e vamos trabalhar um conjunto de áreas muito grande que me atrevo a dizer poderão vir a revolucionar Belmonte em termos sociais e culturais".

Presente na cerimónia, o vice presidente da CCDR Centro, Luís Caetano, destacou a importância da criação da escola para Belmonte e para o interior do país

" O desenvolvimento regional não se faz apenas com obra física, mas também com conhecimento e cultura. É dado um sinal que o nosso Interior está tão ou mais atento aos factores do desenvolvimento humano como outras regiões mais desenvolvidas” referiu aquele responsável.

Já o director da “Swiss Scholl of Economics”, cuja sede se encontra em Verbier na Suíça e que está a dar também os primeiros passos, agradeceu a disponibilidade e o apoio da câmara de Belmonte na concretização do projeto e disse que pretende "aproveitar a terra de Pedro Álvares Cabral para dar a conhecer esta universidade privada suíça a outros lugares do mundo"

Os responsáveis pretendem que a escola comesse a funcionar até final do ano, mas Dominique Jordan, futuro reitor da escola, lembrou que ainda é necessária a acreditação por parte do Ministério da Educação português porque não quer que "esta seja apenas mais uma universidade privada no País".  Na fase de arranque "o pólo de Belmonte deve receber entre 20 a 30 alunos para dentro de três anos chegar aos 60 alunos".

Dominique Jordan revelou que a escola dará estágio remunerado e colocará no final, nas mãos do aluno, uma ferramenta para criar a sua própria empresa. . Para o futuro reitor da escola, Belmonte é uma porta para expandir o projeto por países de língua oficial portuguesa

 


   


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