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Sexta, 17 Nov 2017
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POLÍTICA
FUNDÃO: MANIFESTAÇÃO TERMINA NA REUNIÃO DO EXECUTIVO
Rádio Cova da Beira
“Há que manter a vigilância em defesa da consulta aberta no hospital do Fundão”. A afirmação feita pelo porta voz do movimento cívico que que hoje saiu à rua em prol da manutenção desse serviço. Uma acção que terminou na reunião pública da câmara municipal.
Por Nuno Miguel em 31 de Jul de 2015
Um encontro do executivo onde Paulo Fernandes referiu que “a preocupação maior não é a do local mas sim que nos troquem a consulta aberta por nada; se o hospital todo fosse capacitado o nosso problema não era esse mas sim tirarem-nos a consulta aberta e todas as valências que estão protocoladas, como a unidade de medicina nuclear, o serviço de reabilitação ou a parte relacionada com os cuidados continuados não temos nenhum dado concreto que nos permita afirmar que ali vão ficar. Nós nunca podemos admitir trocar algo por uma mão cheia de nada ainda por cima quando temos que relembrar que a questão da consulta aberta decorre do processo do fim das urgências no hospital do Fundão”.
O presidente da câmara do Fundão acrescenta que da última vez em que foi equacionada a possibilidade de efectuar alterações ao actual modelo, em virtude da falta de assistentes operacionais, o próprio município se disponibilizou para resolver o problema “não podem dar como desculpa a falta de assistentes operacionais para tomar alguma decisão uma vez que o município fez o que tinha de fazer porque não era por isso que ia encerrar o serviço. O que nós não podemos nunca aceitar é que nos troquem a consulta aberta sem resolver o problema do velho hospital tal como foi protocolado e de maneira nenhuma aceitamos a sua passagem para a misericórdia”.
Paulo Fernandes sublinha que a câmara do Fundão não conhece mais nenhum desenvolvimento em relação a este assunto, mas considera preocupante o silêncio da ARS do Centro em relação a vários ofícios enviados tendo em vista candidatar a requalificação do antigo edifício do hospital ao novo quadro comunitário “isso não deixa de ser preocupante porque nos últimos meses tentámos várias vezes contactar a ARS no âmbito de requalificar o edifício do velho hospital e o silêncio foi a única resposta que obtivemos”.
Gil Cruz, porta voz do movimento cívico em defesa da consulta aberta refere que “vamos continuar vigilantes; de momento não há nada mas isso não quer dizer que vamos adormecer à sombra da bananeira. Temos de estar alerta para em qualquer eventualidade que surja nós podermos dar uma resposta e vamos lutar pela manutenção da consulta aberta no hospital dado que se ela fosse transferida para o centro de saúde deixaria de ter dois médicos e passava a ter só um”.

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