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Sexta, 17 Nov 2017
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POLÍTICA
NÃO HÁ MANCUMUNAÇÃO
Rádio Cova da Beira
Nélson Silva responde às críticas. O vereador independente na câmara municipal da Covilhã garante que, ao contrário do que afirma o presidente da câmara da Covilhã, não existe uma qualquer reaproximação com o movimento “Acreditar Covilhã”.
Por Nuno Miguel em 31 de Jul de 2015
Recorde-se que no final da última reunião extraordinária do executivo, Vítor Pereira referiu que foram evidentes as mancomunações entre o vereador independente e Pedro Farromba a propósito do voto contra na operação de pagamento de oito milhões e meio de euros à “Parq C” referente ao processo do silo auto da praça do município.
Nélson Silva refere que só entende essa posição face aos momentos difíceis que o presidente da câmara da Covilhã está a viver “são conhecidas e públicas as divergências que neste momento se vivem no seio da equipa da câmara municipal da Covilhã; na semana passada foram conhecidas as afirmações do vice presidente que dizia que vai ser presidente da câmara municipal, ainda esta semana o presidente teve de vir a público dizer que está no cargo, que não se demitiu e que se vai manter em funções. Também é conhecido o choque frontal entre o vice presidente e o vereador do PSD na coligação da câmara municipal e tudo isto conjugado com a convulsão interna na força política que suporta o presidente da câmara e que até levaram à demissão do líder da bancada na assembleia municipal na minha opinião talvez expliquem o desacerto e a confusão que reina no senhor presidente da câmara por via de uma simples conversa entre dois vereadores”: 
Nessa reunião do executivo o autarca independente votou ainda contra a proposta de alienação do parque de estacionamento à “Icovi”. Nélson Silva sublinha que essa empresa “não foi feita para gerir parques de estacionamento nem para gerir unidades hoteleiras; além disso estamos a colocar a gestão de todo este processo naquilo que eu chamo uma zona cinzenta uma vez que nós enquanto vereadores vamos deixar de ter acesso à informação que temos no âmbito das funções que desempenhamos no órgão”.  
O vereador na autarquia covilhanense considera ainda que ao transferir o parque de estacionamento para a «Icovi», a autarquia “está a manietar o futuro da empresa por exemplo naquilo que diz respeito à possibilidade de se candidatar à construção da nova barragem; se por exemplo ela custar 10 milhões de euros vamos colocar esse montante em cima dos 12 milhões que a empresa já tem de endividamento e que resultam desta operação”.

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