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Sábado, 29 Fev 2020
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POL�TICA
CMC APROVA CONTAS CONSOLIDADAS
Rádio Cova da Beira
A Câmara da Covilhã aprovou esta manhã as contas consolidadas do município. Pela primeira vez também com as empresas Parkurbis e ADC, que não são detidas a 100% pela autarquia. Vítor Pereira recorda que qualquer leitura dos números tem que ter em conta não só esta nova situação, como também a incorporação da extinta SRU (Sociedade de Reabilitação Urbana) e da Sociedade Polis, em fase de liquidação.
Por Paula Brito em 19 de Jun de 2015
Quanto à leitura do presidente da câmara da Covilhã “a minha leitura é que continua a haver rigor e tratamento atento em matéria económica e financeira das empresas municipais. Continuo a dizer que qualquer leitura que seja feita sobre estes resultados tem que ter em conta que está lá incluído o que é imputável aos nossos parceiros privados”, recordando que a CMC detém 66% no Parkurbis e 51% na ADC (Águas da Covilhã).

Salvaguardando as respectivas diferenças em relação às contas da autarquia aprovadas no passado mês de Abril, Pedro Farromba destaca o resultado líquido negativo de cerca de 2 milhões de euros e outros números que considera preocupantes e que levaram o vereador do Movimento Acreditar Covilhã a votar contra “houve um aumento de 8% na dívida a terceiros de médio e longo prazo. Na de curto prazo o aumento foi de 211%, só nesta rubrica os fornecedores de conta corrente aumentaram 245%. Mesmo retirando daqui a percentagem dos privados em relação às empresas municipais, são sempre números significativos e que nos devem preocupar”.

Para além de Pedro Farromba, também José Pinto votou contra as contas consolidadas do município da Covilhã. O vereador da CDU ficou “de pé atrás” com a ausência do parecer do Revisor Oficial de Contas (ROC) “o facto do ROC da ADC e da Icovi tornarem claro qual seria o seu sentido de voto, e que seria positivo, este ROC nã deixa isso de forma clara e isso deixa-nos preocupados”´.

Com os votos contra dos vereadores da CDU e MAC, e a abstenção de Nélson Silva, as contas consolidadas do município da Covilhã foram aprovadas por maioria numa reunião onde esteve ausente o vice presidente da autarquia, Carlos Martins.   


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