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Segunda, 22 Jul 2019
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SOCIEDADE
TÊXTIL: UM MUNDO DE OPORTUNIDADES POR EXPLORAR
Rádio Cova da Beira
É esta a principal conclusão de um estudo realizado sobre o futuro do sector, encomendado pela associação dos têxteis de Portugal e que foi publicamente apresentado pelo director geral daquela organização no museu de lanifícios da UBI.
Por Nuno Miguel em 28 de May de 2015

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O estudo demonstra que o sector não apresenta actualmente os mesmos índices de mão de obra que registava nas décadas de 40, 50 e 60 do século passado, mas está a produzir mais do que nunca e tem ainda potencial para crescer. Paulo Vaz, director geral da ATP sublinha que “há um grande espaço, não só naquilo que é o têxtil convencional mas também ao nível dos chamados têxteis técnicos e convencionais porque hoje há aplicações que há alguns anos atrás nem sequer sonhávamos; por exemplos nas áreas da saúde, a construção civil, a agricultura, os sectores automóvel e da aeronáutica. Há um enorme mundo para descobrir, para criar novas soluções e funcionalidades e que possam responder às solicitações do mercado”. 
O director geral da associação dos têxteis de Portugal acrescenta que “o «made in Portugal» é um sinónimo de excelência ao nível da qualidade mas hoje em dia o sector também tem competências em áreas fundamentais como o design, o serviço, a logística e que permitem que o mercado internacional nos olhe de uma maneira diferente e muito mais valorizada que no passado e é ai que temos espaço para actuar e concorrer. Não competimos na área do preço mas sim na área do valor”. 
Na apresentação deste trabalho, Paulo Vaz lançou ainda um repto às empresas no sentido de recorrer aos fundos comunitários para a dinamização do sector “elas tem de utilizar não só os sistemas de incentivos que estão disponíveis em Portugal e aos quais se podem candidatar internamente mas também o podem fazer via Bruxelas onde há outras oportunidades, tão boas os melhores do que as que existem entre nós, e há fundos disponíveis para esses fins não só nas áreas da competitividade mas também na investigação e do desenvolvimento que são nos dias de hoje alguns dos grandes «drivers» da nossa indústria”. 

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