RCB/TuneIn
Domingo, 20 Out 2019
PUB
UBI
CIMD Cabecalho
CULTURA
RECORDAR O DIA DO TRABALHADOR
Rádio Cova da Beira
Fazer uma viagem por todas as comemora√ß√Ķes do 1¬ļ de Maio em liberdade √© o grande objectivo da exposi√ß√£o de cartazes alusivos ao dia do trabalhador que a uni√£o de sindicatos de Castelo Branco est√° a promover no √°trio principal do centro hospitalar da Cova da Beira at√© ao final desta semana.
Por Nuno Miguel em 29 de Apr de 2015
São mais de 60 cartazes que podem ser vistos pelo público onde é feita toda a retrospectiva destas comemorações assim como de várias iniciáticas complementares como as provas de atletismo que trouxeram à Covilhã alguns dos maiores nomes da modalidade, como Carlos Lopes, Rota Mota, Manuela Machado, Paulo Guerra ou Francis Obikwelu. 
De acordo com o coordenador da união de sindicatos de Castelo Branco “são muitos cartazes que foram editados, uns de carácter sindical, outros de carácter recreativo e ainda desportivos e para quem gosta de analisar estas questões percebe a dinâmica das palavras de ordem que foram sendo colocadas; queremos também com esta exposição mostrar a arte através do cartaz e também a mensagem politico-sindical que está subjacente a cada um deles”. 
Luís Garra acrescenta que em todos os cartazes há duas linhas orientadoras e que ainda hoje assumem um papel determinante na acção sindical “por um lado as questões do emprego que continua a ser uma questão central com tudo aquilo que lhe está associado mas também há as questões da unidade porque não há uma organização sindical que defenda mais a unidade dos trabalhadores e que a pratique do que a CGTP; nunca viram a CGTP numa atitude de contribuir para a divisão dos trabalhadores e o que nós procuramos sempre, não apenas nas iniciativas comemorativas do 1º de Maio mas no dia a dia que essa unidade de fortaleça nas empresas e nos locais de trabalho”.
Em declarações à RCB o coordenador da união de sindicatos recordou ainda a forma como viveu o primeiro dia do trabalhador que comemorou em liberdade “não tinha a consciência sindical nem política que tenho hoje, era um jovem operário de 17 anos que viveu intensamente essa data a partir dos ensinamentos que recolheu dos trabalhadores mais antigos com quem começou a trabalhar aos 11 anos e que lhe transmitiram uma consciência de classe muito forte e foi por isso que participei com muita intensidade e um sentimento muito profundo nas primeiras comemorações em liberdade”. 

  Redes Sociais   Facebook

2007—2019 © Rádio Cova da Beira

Todos os direitos reservados