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Domingo, 23 Set 2018
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POLÍTICA
“MONTANHA, NEM O RATO CONSEGUIU PARIR”
Rádio Cova da Beira
No comunicado prometido à análise às contas do município da Covilhã, Pedro Farromba estranha que em nenhum momento venha reflectido nas contas nenhuma das conclusões da publicitada auditoria realizada no ano passado às finanças municipais, deixando como exemplos a AdC, Parq C, o endividamento e até as críticas feitas aos procedimentos contabilísticos. O que leva o vereador a concluir que “a montanha, nem o rato conseguiu parir…”.
Por Paula Brito em 13 de Apr de 2015
 

Pedro Farromba diz que foi um orçamento “fraco com uma Taxa de Execução Orçamental (global) de 57% contra 67% no ano anterior em que apenas foi realizado 33% do investimento previsto”.

O Grau de Execução das Transferências de Capital (Juntas e Associações) foi 20% do planeado tendo as Receitas de Capital diminuído de 7 milhões para um milhão e 700 mil de (2013 para 2014). Ainda numa comparação dos anos 2013 e 2014, Pedro Farromba conclui que o município da Covilhã gastou menos 30% em cultura e menos 50% em acção social.

Quanto ao Turismo, “a diferença de valor é substancial”, se comparado os 226 mil euros gastos na promoção do concelho em 2013 com os 52 mil euros em 2014, “ou seja, apenas 23% do ano anterior”.

O “extraordinário aumento” das dívidas a Fornecedores de Imobilizado que cresceram 85% é outro dos números a reter, considera o vereador do Movimento Acreditar Covilhã que destaca ainda o aumento das Despesas com Pessoal “que representaram 42% das Despesas Correntes, contra 37% no ano anterior sendo que o peso do Pessoal nas Despesas Totais passou de 18,08% no ano anterior para 24,22% em 2014.”

Pedro Farromba deixa alguns exemplos da actividade da divisão de obras que realizou “obras tão significativas, como a recolha de dois cavaletes e duas extensões no edifício da Segurança Social, a reparação de 1 extensão eléctrica pertencente ao Serviço de Obras, o acerto do Relógio no Jardim de Infância da Boidobra ou a substituição de 1 lâmpada na Loja Ponto Já”

O único número que o vereador do MAC considera “verdadeiramente positivo” é a diminuição do Passivo de longo prazo, que decresceu 12% que não resulta de uma acção directa do Município, mas sim do cumprimento do serviço da divida, contratualizado com as instituições bancárias”, conclui.


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