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Domingo, 16 Dez 2018
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SOCIEDADE
SCMB TEM PLANO ESTRATÉGICO
Rádio Cova da Beira
Maior proximidade às pessoas, reforço do protagonismo na comunidade e desenvolver projectos inovadores. São estes os três principais eixos do plano estratégico da Santa Casa da Misericórdia de Belmonte. Um trabalho que foi desenvolvido pelo instituto “Territórios Criativos” e que foi publicamente apresentado no último sábado.
Por Nuno Miguel em 31 de Mar de 2015
Uma das medidas que faz parte deste plano pode permitir a criação de três novos postos de trabalho; a entrada em funcionamento de um gabinete de comunicação e projectos que possa aproveitar as verbas do novo quadro comunitário afectas à área da economia social “comunicação porque esta instituição tem estado fechada sobre si e parece que vive aqui num bunker e não tem qualquer relacionamento com o exterior e nós temos que dar a conhecer e isso vem da comunicação, do marketing, da divulgação e como se viu 8numa das medidas do plano é que esse sector pode dar origem a mais três postos de trabalho se assim o entendermos ou reorganizando os nossos recursos humanos que entronca nas questão das candidaturas e do novo quadro de fundos comunitários; isto vem calhar na altura que eu considero certa para aproveitar as verbas disponíveis para o sector da economia solidária”: 
Anabela Pinto, provedora da Santa Casa da Misericórdia de Belmonte refere que outra das hipóteses que está em cima da mesa é a criação de uma academia inter-geracional naquele concelho “nós temos aqui um edifício que está apto para isso e também temos que vitalizar as pessoas que, em termos de idade, deixaram a vida activa e precisam de alguma motivação; nesse sentido temos que criar sinergias que permitam a essas pessoas que ainda estão autónomas e por isso podemos envolver aqui as várias gerações no sentido de trocar experiências e partilhar conhecimentos e essa é uma das medidas para a qual podemos vir a procurar apoios dentro do novo quadro comunitário”. 
Dotar a instituição de novas valências é outro dos caminhos apontado por este plano e nesse particular, Anabela Pinto considera que deve ser feita uma aposta na área dos cuidados continuados em saúde mas que pode ter algumas alterações em relação ao projecto que a instituição já teve de construção de um hospital de rectaguarda “à nossa volta já existem algumas unidades de cuidados continuados e temos de reflectir sobre se teremos capacidade de criar mais uma face às que existem e lembro-me, por exemplo, de Manteigas que é a que está mais próxima e nesse sentido temos que repensar; no entanto a unidade de cuidados continuados ao domicílio, que nós já tínhamos pensado nela e que há cerca de meio ano uma possibilidade de candidatura a essa valência à qual nós não concorremos porque não estávamos ainda capacitados para o fazer mas vamos tentar ver se neste quadro comunitário é possível abranger também essa ideia; a área ada saúde, apesar de algumas adaptações que pretendemos fazer, continua a ser um dos nossos objectivos”. 

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