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Domingo, 16 Dez 2018
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SOCIEDADE
HÁ POSTOS DA GNR A MAIS
Rádio Cova da Beira
O Comandante territorial da GNR de Castelo Branco considera “desajustada” a existência de 31 postos territoriais no distrito. Oliveira Gonçalves entende que encerrar "oito a nove postos” daria uma resposta mais eficaz, tendo em conta o número de efectivos e a realidade territorial.
Por Paula Brito em 28 de Mar de 2015
“Considerando a nossa realidade, os efectivos actuais e as perspectivas futuras, parece-me que a melhor forma de servir as pessoas era concentrar mais efectivos, não tem sido viável, é uma decisão sobretudo política, a mim compete-me fazer propostas, e então entendemos que seria preferível concentrar os meios em alguns postos, passando pelo encerramento de outros ou passarem a simples postos de atendimento e essas propostas há já alguns anos que vimos fazendo”.

No dia do comando de Castelo Branco, Oliveira Gonçalves fez o balanço do ano passado. Em 2014 a criminalidade geral no distrito diminuiu 6%, quando comparada com 2013, e a criminalidade violenta decresceu 35% “não me agrada menos a descida dos 6% na criminalidade geral porque a criminalidade violenta é menos significativa e por vezes passar de 10 para 5 casos é logo uma descida de 50%”.

Mas a diminuição não foi apenas ao nível da criminalidade, segundo o comandante territorial da GNR de Castelo Branco, a sinistralidade também diminuiu: em 2014 registaram-se menos acidentes, menos mortes e menos feridos graves. Num ano em que a GNR tirou das ruas mais de três quilos de droga, muitas armas ilegais e promoveu acções de sensibilização junto de 4 mil pessoas, sobretudo crianças e jovens, sobre temas como o consumo de drogas, bulling, protecção ambiental e segurança dos idosos.  

A cerimónia, que assinalou a presença da GNR há 103 anos em Castelo Branco, foi presidida pelo Comandante Operacional Luís Francisco Miguel, que definiu as linhas de orientação da GNR no âmbito da estratégia 2020 e que se traduzem em mais formação, mais equipamento e melhoria das infra-estruturas “vamos querer fazer melhorias em termos de homens, porque estamos com uma preocupação de dar formação contínua aos militares, depois melhorias em termos de equipamentos e em termos também de instalações”.

Em relação ao número de efectivos no país a situação está “mais ou menos equilibrada”. Segundo o comandante operacional, os cerca de 400 militares actualmente em formação vão dar resposta às vagas dos efectivos que vão sair nos próximos anos. 

*Notícia alterada  


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