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Quinta, 17 Out 2019
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POLÍTICA
“NÃO SEPARE O HOMEM O QUE A NATUREZA UNIU”
Rádio Cova da Beira
As comemorações dos 244 anos da elevação de Castelo Branco a cidade ficaram marcadas pela assinatura de um protocolo de cooperação entre as câmaras municipais de Fundão e Castelo Branco para as áreas, social, cultural e ambiental, colaboração no projecto do regadio a sul da Gardunha e valorização do sector agro-alimentar de que o queijo é um exemplo.
Por Paula Brito em 20 de Mar de 2015
Um exemplo que no entender de Paulo Fernandes não pode ser desvalorizado, dada a importância do sector para a região “se eu vos disser que hoje provavelmente o queijo representa mais de 50 milhões de euros por ano para a região, um queijo que já tem uma DOP e marcas extraordinárias no município do Fundão e no município de Castelo Branco, todos nós concordamos com este processo”.

A colaboração em processos de inovação na área da biotecnologia e agra indústria é outra das colaborações previstas no documento. O autarca fundanense salienta o peso do sector na região “o sector agro-industrial nesta região, que é uma coisa que nós não conseguimos monitorizar muito bem, já vale mais de 200 milhões de euros por ano, estas duas regiões, a Cova da Beira e a Beira Interior Sul têm um PIB perto dos dois mil milhões, portanto estamos a falar de 10% da riqueza que é gerada no nosso território, estamos a falar de um sector que é vital para o nosso futuro”.

Unidos também pela rede de cidades e pela Gardunha, os dois autarcas comprometem-se ainda a desenvolver o potencial turístico e um modelo de gestão da paisagem protegida da Serra. Para o presidente da câmara de Castelo Branco, independentemente da estratégia de cada município, “o importante é sabermos construir em conjunto um futuro para a região, temos a noção que o concelho do Fundão está em competitividade com o concelho de Castelo Branco mas isso não nos tira força de darmos as mãos e naquilo que pudermos entreajudarmo-nos”.

Esperando que esta união fará a força da região os autarcas, com este protocolo dão corpo à ideia de que “não deve o Homem separar o que a Natureza uniu”, concluiu o autarca fundanense.


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