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Quinta, 17 Out 2019
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POL√ćTICA
"VAMOS TER MUITO RIGOR"
Rádio Cova da Beira
O presidente da comunidade intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela refere que a promoção da coesão territorial e social vai ser um dos grandes designios a concretizar na região durante o período de vigência do novo quadro comunitário.
Por Nuno Miguel em 18 de Mar de 2015

De acordo com o presidente daquele organismo “vamos procurar consorciar com empresas privadas uma série de projectos mas temos que os analisar muito bem, sendo certo que à partida temos infelizmente excluídas questões como a rodovia; aqui na comunidade nós vamos querer valorizar os nossos produtos endógenos, as nossas marcas, os cluster onde somos fortes como o turismo, o têxtil ou o agro-alimentar, no fundo combater as assimetrias também dentro da nossa própria comunidade e gerar a tão desejada coesão territorial e social”.


No que diz respeito ao caso concreto do concelho da Covilhã, Vítor Pereira lamenta que o novo pacote de ajudas comunitário não contemple verbas para a área infra-estrutural, nomeadamente para estradas, mas acrescenta que refere que há muitas outras iniciativas que vão ser candidatadas “desde logo na regeneração urbana em toda a região centro há 31 cidades que vão ser contempladas com planos específicos para essa área, na nossa comunidade são a Covilhã, a Guarda, Seia e Gouveia e temos aqui uma grande oportunidade para recuperar, por exemplo, o nosso teatro municipal; temos também a intervenção que está prevista em todas as escolas do primeiro ciclo e jardins de infância que estão sob a alçada da câmara da Covilhã, cuja candidatura já está preparada há um ano e logo que o aviso abra nós vamos entrega-la”.

  
O autarca covilhanense sublinha ainda que o plano devia ainda contemplar a adopção de mais medidas de discriminação positiva, por forma a potenciar o desenvolvimento da região e cumprir o objectivo de reforço da coesão territorial que está plasmado no plano operacional regional “a diferenciação positiva devia ser feita também por via fiscal, pela abolição de portagens na A 23 ou, se não for possível, a sua redução para um preço quase simbólico; apoios que pudessem existir para facilitar a vida das empresas e dos cidadãos que aqui estão e esta metade do país que está virada para Espanha tem de ser discriminada positivamente”.

 

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