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Sexta, 15 Dez 2017
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POLÍTICA
POSIÇÃO UNÂNIME
Rádio Cova da Beira
A câmara da Covilhã não aceita qualquer tentativa de esvaziamento de funções do centro hospitalar da Cova da Beira. O tema voltou a estar em cima da mesa depois do debate promovido pela união de sindicatos em que foi abordada a possibilidade de o hospital do Fundão vir a passar a ser gerido pela santa casa da misericórdia.
Por Nuno Miguel em 25 de Feb de 2015

Pedro Farromba, vereador do movimento “Acreditar Covilhã” foi o primeiro a questionar o chefe do executivo sobre quais os avanços que o processo já conheceu “vou lendo coisas, umas vão num sentido e outras noutro sentido, depois isto colide com a questão da unidade local de saúde, colide também com a nomeação do conselho de administração do centro hospitalar que penso que estará para breve; a última vez que falei sobre o assunto disse que a minha intervenção era olfactiva porque me cheira que pode haver aqui uma tentativa de esvaziamento de funções do centro hospitalar da cova da beira e espero que ela não seja uma tentativa de depois procurar encontrar outros pólos de desenvolvimento na área da saúde e eu reitero aqui a minha disponibilidade para lutar pelo centro hospitalar”.  

Também o vereador da CDU voltou a mostrar muitas reservas em relação a este processo. José Pinto considera que “toda a gente está esperançada em que seja só fumo, que não há fogo, e que o hospital do Fundão não vai sair do centro hospitalar mas eu recordo aqui o episódio dos jardins de infância que foi a entrega ao privado e se nada se fizer o centro hospitalar vai pelo mesmo caminho”.  

Na resposta o presidente da autarquia garante que está a acompanhar de perto a situação, em conjunto com o presidente da câmara do Fundão, e admite que podem vir a ser tomadas formas de luta, envolvendo as populações, em defesa do centro hospitalar “a haver esta entrega à misericórdia o centro hospitalar ficará amputado e como consequência também a faculdade de ciências da saúde vai ficar diminuída em termos de formação para os futuros médicos”.

Vítor Pereira acrescenta que “a criação de uma unidade local de saúde é uma boa medida; ela significa que nós ficaremos equiparados com Castelo Branco e com a Guarda que já tem essa ULS mas ela não nos pode ser dada como uma espécie de compensação do esvaziamento do centro hospitalar”.


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