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Segunda, 18 Dez 2017
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POLÍTICA
VÍTOR PEREIRA REPUDIA DECLARAÇÕES
Rádio Cova da Beira
O presidente da câmara da Covilhã não gostou de ouvir o presidente da empresa “Estradas de Portugal/Refer” negar a intenção de avançar para a construção nos próximos 5 anos dos túneis para a Serra da Estrela que são reivindicados por vários autarcas da região.
Por Nuno Miguel em 22 de Feb de 2015

Em visita efectuada à Guarda, António Ramalho sublinhou que “esse é um investimento superior a mil milhões de euros e Portugal tem outras prioridades”. Uma posição que o autarca covilhanense repudia “o senhor presidente das estradas de Portugal perdeu uma boa oportunidade de estar calado e fez declarações que a mim, enquanto político eleito para a câmara e para a comunidade intermunicipal são inaceitáveis; ele veio imiscuir-se naquilo que são opções dos actuais e antigos autarcas relativamente ao território. Que eu saiba ele não foi eleito, é um nomeado político do governo, está em final de mandato e não tem que se imiscuir em relação àquilo que os eleitos locais defendem para a serra e acho que as suas declarações foram profundamente infelizes”.

Nesta deslocação, António Ramalho afirmou ainda que nos próximos dias vai ser lançado o concurso para a requalificação da Ponte do Corge no troco entre a Covilhã e a Guarda da linha da Beira Baixa. Uma notícia que, desta feita, Vítor Pereira recebeu com agrado “a conclusão deste anel está entre as 20 prioridades das estruturas de elevado valor acrescentado e nesse aspecto folgo em saber que se cumprem promessas e essa notícia é muito positiva para a economia da região porque ela diz respeito a todos os municípios e não apenas aos que são mais directamente visados como a Covilhã, Belmonte e a Guarda”.

Os autarcas da Covilhã e de Seia, na qualidade de presidente e vice presidente da comunidade intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela estiveram reunidos na passada quarta-feira com o vice presidente da “EP/Refer” para abordar a temática das acessibilidades no maciço central. Um encontro onde ficou agendada uma deslocação à região, no próximo mês de Março, e onde foi reconhecido que há condições para que o centro de limpeza de neve passe a funcionar em melhores condições “eles reconhecem que existem problemas, vão dizendo que alguns são exagerados e que algumas informações que nos foram fornecidas não tem a amplitude que lhes foi dada mas acabam por reconhecer que o centro pode ser mais eficiente e que necessita de mais meios humanos e técnicos, aliás foi-nos transmitido que iriam adquirir mais um limpa neves e nós também registamos isso com agrado e também por isso não colocámos o acento tónico na possibilidade de sermos nós a assumir o centro de limpeza de neve embora eu não descarte essa hipótese e ficou agendada uma deslocação ao local, no final de Março, para analisar as formas de como o centro pode funcionar melhor”.


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