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Segunda, 26 Ago 2019
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SOCIEDADE
MUTUALISTA MANTÉM APOIO SOCIAL
Rádio Cova da Beira
A Associação Mutualista Covilhanense vai dar continuidade ao programa de emergência social que no ano passado serviu mais de 35.500 refeições na cantina social e realizou mais de 1.700 rastreios. O anúncio feito em conferência de imprensa pelo presidente da instituição que admite algumas reduções no programa deste ano devido a restrições financeiras.
Por Paula Brito & Nuno Miguel em 20 de Feb de 2015
Nélson Silva aproveitou para fazer o balanço do plano de emergência social que a mutualista desenvolveu no último ano. Uma cantina social, um outro programa de ajuda alimentar, hortas sociais, pequenas reparações em casa de pessoas e o apoio a idosos que vivem em situação de isolamento são as cinco vertentes deste plano, que foi ainda complementado com um conjunto de rastreios de saúde realizados em mais de uma dezena de freguesias.

Nélson Silva sublinha que a instituição quer dar continuidade à maior parte das vertentes do plano, mas há algumas reduções que serão implementadas devido a restrições financeiras “é uma condicionante que nos obriga a fazer alguns reajustamentos e reduções. O “prevenir para ganhar” não vamos conseguir manter ao longo do ano 2015, em relação a todos os outros, com algumas limitações em grande parte vamos tentar desenvolvê-las”.

No que respeita às actividades desenvolvidas no último ano, houve casos em que a ajuda da mutualista foi superior aos acordos de apoio que foram celebrados, como foi o caso da cantina social “em 2014 tínhamos protocoladas 30 mil refeições, a instituição pode cobrar o valor de um euro por refeição mas nós prescindimos e suportamos integralmente, além disso servimos mais 5.600 refeições fora do protocolo”.

O mesmo aconteceu em relação ao programa de rastreios em saúde em que a abrangência foi muito maior do que inicialmente estava previsto “nós no projecto Prevenir para ganhar tínhamos um apoio para 496 rastreios e realizámos 1.700 e eram para ser realizado no espaço físico da mutualista e nós decidimos levar estes rastreios a mais 16 freguesias do concelho da Covilhã.”

Para executar todo o programa a mutualista investiu cerca de 68 mil euros, existindo uma comparticipação de 30 mil por parte da câmara da Covilhã mas do qual ainda faltam liquidar 25 mil. Uma situação que, de acordo com Nélson Silva, será ultrapassada em breve “chamo a atenção que a execução se ficou na ordem dos 68 mil euros para os quais protocolámos, o ano passado, com a CMC o apoio financeiro de 30 mil euros, o qual ainda não recebemos mas que iremos receber dentro em breve”.


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