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Segunda, 15 Out 2018
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CULTURA
“DUELO DAS ROSAS – SENSUALIDADES”
Rádio Cova da Beira
É este o mote da exposição de fotografia, escultura e pintura que está patente ao público no edifício do antigo café “Montalto” na Covilhã até ao próximo dia 15 de Abril. A mostra reúne trabalhos de 50 artistas, num total de 140 trabalhos, onde se aborda uma temática que ainda hoje é encarada com alguma reserva.
Por Nuno Miguel em 18 de Feb de 2015
No ponto central da exposição, destaque para o quadro “Inês, cabrocha brasileira” da autoria do pintor covilhanense Eduardo Malta e que se encontra em exposição permanente no museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha. Vítor Pereira, presidente da câmara da Covilhã, destaca o regresso desta obra à cidade natal do pintor “Eduardo Malta foi sem dúvida um grande artista covilhanense e no contexto desta exposição ele foi-nos cedido pelo museu das Caldas da Rainha, onde se encontra em regime de exposição permanente, para marcar presença nesta exposição alusiva aos laços mais íntimos entre os seres humanos é para nós um prazer poder mostrar a todos os covilhanenses este grande trabalho daquele que é um dos nossos cidadãos mais ilustres”.
A exposição está patente ao público no edifício do antigo “Montalto”. Um espaço que a autarquia alugou no início deste mandato e que pretende afectar ao uso que já teve no passado, mas até agora não surgiu nenhuma proposta para a reabertura do café. O autarca sublinha que “na eventualidade de não conseguirmos um investidor para aqui fazer aquilo que pretendemos ele vai ter boas utilizações no âmbito de serviços do município, espaços de trabalho, de cultura, de lazer e de turismo; é um espaço que é multifuncional e que tem uma localização absolutamente privilegiada”. O presidente da autarquia refere que o local escolhido para a realização desta exposição reflecte bem que, apesar de a Covilhã ter vários espaços culturais, continua a sentir falta do museu da cidade. Vítor Pereira reconhece que “essa questão é uma dificuldade de há anos mas nós vamos procurar ultrapassar; queremos construir o futuro à medida que ele for possível de ser construído, com as dificuldades que sentimos, mas com uma vontade férrea de prosseguir o caminho e encontrar um espaço onde possa ser mostrada a obra dos nossos mais destacados concidadãos”. 

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