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Quarta, 23 Out 2019
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POLÍTICA
“NÃO PODEMOS ENFRAQUECER O SISTEMA”
Rádio Cova da Beira
Hortense Martins afirma que a eventual transferência de gestão do hospital do Fundão para a santa casa da misericórdia não pode constituir-se nunca como um processo de privatização daquela unidade de saúde.
Por Nuno Miguel em 30 de Jan de 2015
A deputada do PS vai reunir na próxima semana com o conselho de administração do centro hospitalar da Cova da Beira mas não esconde desde já alguma preocupação sobre o tema “não pode ser uma resposta para a privatização da saúde porque nós sabemos que o sistema é composto com recursos a vários níveis mas temos que saber como é que é dada melhor resposta aos cidadãos, sobretudo aos que menos podem, mas ao mesmo tempo não podemos enfraquecer o sistema e isso é muito mais complexo do que pode parecer à primeira vista”. 
A também presidente da federação distrital do PS está a reunir com os responsáveis distritais na área da saúde. No final de um encontro com o conselho de administração da unidade local de saúde de Castelo Branco, Hortense Martins voltou a alertar para a necessidade de o ministério da tutela adoptar novas políticas que permitam fixar mais médicos no interior “tem vindo a ser tomadas algumas medidas que se verifica que são panfletárias porque tem de haver um reforço da aposta na capacidade para promover essa atracção e por isso temos de tornar as unidades do interior mais apelativas para que esses profissionais, que tem legitimas expectativas de desenvolvimento da sua carreira, possam encontrar aqui respostas técnicas para isso”.
A deputada socialista mostra-se ainda preocupada com os cortes financeiros na área da saúde “esses cortes estão a prejudicar o serviço às populações porque as administrações tem muitas vezes de encontrar novas formas para minimizar esses danos e naturalmente que essa questão nos preocupa”.
No final desta reunião, Hortense Martins disse estar convicta de que as obras de requalificação do serviço de urgência do hospital Amato Lusitano vão estar concluídas em breve mas ao mesmo tempo refere que há outras intervenções que estão prontas a ser candidatadas ao próximo quadro comunitário de apoio mas o governo ainda não publicou os regulamentos de candidatura.

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