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Sábado, 19 Out 2019
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POLÍTICA
“A BEM OU A MAL”
Rádio Cova da Beira
Com acordo ou com recurso à justiça, Vítor Pereira garante que vai resolver o “complexo” dossier das águas na Covilhã. A primeira fase fica resolvida esta semana com a harmonização dos estatutos da empresa “Águas da Covilh㔠com a lei do sector empresarial local, publicada em Agosto de 2012.
Por Paula Brito em 30 de Jan de 2015
 

“Para haver harmonização com a lei tem que haver deliberação na assembleia geral, e é esta primeira fase que nós iremos consensualizar com a nossa parceira nos próximos dias, numa segunda fase vamos discutir as tais questões que nós entendemos que têm a ver com nulidades de que enferma o acordo parassocial.” Segundo o presidente da câmara da Covilhã esta segunda fase que terá que ser negociada com o parceiro privado é mais complexa, mas é a que irá permitir ao executivo cumprir a promessa de baixar o valor da factura da água dos covilhanenses, e não só “a câmara não quer só reduzir o preço da água, a câmara quer também que a ADC tenha uma gestão mais racional, mais eficiente, mais prática e ao mesmo tempo proporcionarmos aos nossos cidadão água de qualidade, em abundância e a um preço consentâneo com os custos e aquilo que é normal no nosso país, sendo que a nossa água continua, infelizmente, a ser das mais elevadas”.

Para o presidente da câmara da Covilhã o problema vai ser resolvido, a bem ou a mal “a bem é por consenso, por acordo, como é desejável, se não for possível lá estão os tribunais para resolver o diferendo, é a última coisa que queria era recorrer ao tribunal, estamos a esforçar-nos para resolvermos consensualmente o assunto”.

 O autarca covilhanense voltou a ameaçar desfiar o novelo do processo Águas da Serra mas mais uma vez não quis concretizar o tema “vou explicar noutro contexto, estamos a trabalhar o dossier para ele ser claro, objectivo ser apresentado de forma transparente para que todas as pessoas fiquem elucidadas do que lamentavelmente foi contratualizado”. Questionado sobre as implicações, o autarca refere que “são gravíssimas, com encargos brutais, porque fazer negócios é fácil, fazer bons negócios é que é difícil”.


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