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Quinta, 22 Out 2020
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POLÔŅĹTICA
LU√ćS CORREIA RECANDIDATA-SE
Rádio Cova da Beira
Lu√≠s Correia recandidata-se √† presid√™ncia da c√Ęmara de Castelo Branco em 2017. Em entrevista ao programa ¬ďFlagrante Directo¬Ē da RCB o autarca manifestou-se contra a uni√£o das comunidades intermunicipais da Beira Baixa e Beiras e Serra da Estrela e entende que as portagens na A23 vieram retirar √† regi√£o a vantagem competitiva que tinha com a constru√ß√£o da Auto estrada da Beira Interior.
Por Paulo Pinheiro em 28 de Jan de 2015

A decisão de se recandidatar ao cargo já está tomada uma vez que o projecto que apresentou aos albicastrenses foi de longo e não de curto prazo “dissemos sempre que pensamos a médio e longo prazo, e é essa a forma de pensar, mais do que um mandato, se estivéssemos a pensar num projecto apenas a quatro anos estaríamos a desbaratar aquilo que é a nossa força”

Em entrevista ao programa Flagrante Directo da RCB, o presidente da câmara de Castelo Branco manifestou-se contra a junção das comunidades intermunicipais da Beira Baixa e Beiras e Serra da Estrela “não concordo com essa Beira Interior que alguns defendem, muitas vezes o grande não é bom, eu sempre disse que as comunidades não foram bem criadas e pensarmos apenas em grandeza é um raciocínio errado”.

Para Luís Correia o que faz sentido é a descentralização efectiva num quadro de regionalização “acho que é inevitável irmos caminhando para a regionalização”.

O autarca entende que as portagens na A23 vieram retirar a vantagem competitiva que a auto-estrada dava à região “ou nos retiram as portagens para termos essa vantagem competitiva, ou o governo nos compensa com medidas de discriminação positiva essas vantagens competitivas que nos foram retiradas com as portagens na A23. Eu até posso aceitar a manutenção das portagens mas com medidas de discriminação positiva para a nossa região”.

A introdução de portagens na A23 veio ainda aumentar significativamente o volume de tráfego na estrada nacional 18 obrigando os municípios a investir na sua manutenção, uma injustiça que, segundo o autarca, tem que ser corrigida “hoje temos uma EN 18 sobrecarregada e que sobrecarrega os orçamentos dos municípios, por outro lado, se fizermos o caminho da EN 18 verificamos que parte está nos municípios, parte está na Estradas de Portugal, isto não é aceitável, o governo tem que suprir esta injustiça que existe aqui”.


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