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Sexta, 23 Out 2020
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POL�TICA
ULS PARA A COVA DA BEIRA
Rádio Cova da Beira
Paulo Macedo quer avançar para a criação de uma unidade local de saúde na Cova da Beira. O objectivo traçado pelo ministro da tutela ontem à noite em Castelo Branco onde se deslocou a convite da comissão política distrital do PSD.
Por Nuno Miguel em 24 de Jan de 2015

Actualmente a Beira Interior tem a funcionar duas unidades locais de saúde, na Guarda e em Castelo Branco, enquanto que na Cova da Beira a organização da rede primária de cuidados é assegurada pelo agrupamento de centros de saúde enquanto que a rede hospitalar depende do centro hospitalar da Cova da Beira. Uma situação que, afirma o governante, vai ser alterada a curto prazo “nós entendemos que na Beira Interior devemos dar um passo que é a criação da nova ULS e só depois disso devemos seguir num movimento em que haja uma maior coordenação entre essas três unidades porque não faz qualquer sentido, por causa das populações dispersas e mais idosas, que cada unidade esteja de costas voltadas e ainda por cima porque temos aqui um outro facto muito importante que é a faculdade de ciências da saúde”.

Paulo Macedo acrescenta que o passo de concretização da nova ULS é determinante no sentido de avançar o projecto de constituição do polo de saúde da Beira Interior “primeiro falta-nos completar esse passo e depois disso pretendemos reforçar essa articulação que nós entendemos que deve ser um grupo hospitalar em que seja possível coordenar as sinergias; cada um dos hospitais vai manter a sua administração mas claramente estarem de uma forma mais articulada para servirem a população como um todo”.  

Questionado sobre o processo que envolve a hipótese de o hospital do Fundão ser devolvido à santa casa da misericórdia e consequentemente deixar de fazer parte do centro hospitalar da Cova da Beira, o governante rejeita essa hipótese e deixa a garantia de que, apesar de as negociações se irem iniciar, a unidade nunca vai deixar de fazer parte do serviço nacional de saúde “se se verificar um conjunto de condições no sentido de a prestação global ser idêntica ou ampliada, se se respeitar a lei que diz que a devolução implica que para a mesma condição de serviços deve haver uma redução no custo do erário público de 25 por cento e se as partes chegarem a acordo o governo veria isso com bons olhos; no entanto importa recordar que os anteriores processos foram morosos porque temos que discutir as coisas com muito detalhe, as valências, a definição das condições concretas de assistência às populações e, tal como já aconteceu com outros hospitais a sua manutenção no serviço nacional de saúde”. 

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