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Domingo, 22 Set 2019
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CIMD Cabecalho
SOCIEDADE
CIMD VAI PARA A ERES
Rádio Cova da Beira
A “Companhia Industrial de Materiais Duros” que está a laborar na zona industrial do Fundão vai transferir a sua actividade para o antigo edifício fabril da Eres. O anúncio feito ontem à tarde no final da visita que o secretário de estado dos negócios estrangeiros e o embaixador de França efectuaram àquela unidade. O contrato vai ser assinado na próxima quarta-feira.
Por Nuno Miguel em 30 de Nov de 2014

O imóvel vai ser requalificado ao abrigo do programa “Jéssica” e de acordo com o presidente da câmara do Fundão, Paulo Fernandes, vai permitir dotar a empresa de um novo potencial para se expandir “na próxima quarta-feira vamos ter esse acto com um carácter mais formal numa cerimónia que vai decorrer no antigo edifício da Eres; através da candidatura a esse programa e com a caixa geral de depósitos vamos criar todas as condições para que o edifício, que tem mais de dez mil metros quadrados, possa ser requalificado e a empresa que nós sempre falámos que poderia ir para aquele local, criar mais postos de trabalho e desenvolver-se é a «CIMD» pois este sector vale muitos postos de trabalho no concelho e eu estou convicto de que nos vai dar muitas alegrias nos próximos anos”.

A empresa, que trabalha na área dos polimentos e relojoaria, emprega actualmente 165 pessoas e tem planos para alargar a sua actividade e poder atingir a curto prazo as duas centenas de postos de trabalho. Carlos Morgadinho, administrador da unidade do Fundão, acredita que a solução agora encontrada vai permitir à empresa avançar com um outro plano de expansão por forma a dar resposta às solicitações “naturalmente que a solução nos agrada e nós tivemos uma palavra a dizer no modelo que vai ser aplicado neste pavilhão; quando as obras estiverem acabadas penso que já ninguém falará da «Eres» mas sim da «Cimd» porque nós queremos ser o futuro”. O empresário acrescenta que “dentro de um ano esperamos que o número de postos de trabalho possa crescer para os 200 mas temos um projecto muito mais ambicioso que ainda não chegou o momento de o divulgar mas que será apresentado em breve numa perspectiva de desenvolvimento para os próximos dez anos”.

Com a assinatura do contrato, Carlos Morgadinho espera que as obras possam arrancar logo no início de 2015 para que a partir de Maio do próximo ano a “CIMD” possa começar a fazer a transferência faseada das suas instalações e simultaneamente continuar a dar resposta às solicitações do mercado “temos um caderno de encomendas para 2015 que está repleto e com o processo de mudança o ano será duplamente exigente; estamos a prever que em Abril ou Maio se possa começar a mudança dependendo da forma como as obras evoluam mas essa mudança não será feita de um dia para o outro mas sim de forma faseada por forma a que a produção não seja afectada”.


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