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Quarta, 20 Out 2021
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POL�TICA
PARCO EM PALAVRAS
Rádio Cova da Beira
O presidente da câmara da Covilhã não quis fazer grandes comentários em relação à detenção para interrogatório na passada sexta-feira de José Sócrates. O antigo primeiro ministro está em prisão preventiva acusado dos crimes de corrupção, branqueamento de capitais e fraude fiscal.
Por Nuno Miguel em 25 de Nov de 2014

Questionado sobre o assunto, Vítor Pereira refere que este é o momento de prestar solidariedade a um amigo, mas não quer pronunciar-se sobre as acusações de crimes que envolvem o antigo dirigente socialista “eu não me vou pronunciar quanto às questões de fundo porque nem sequer as conheço; eu sou advogado de profissão, há coisas que neste momento estão em segredo de justiça e por isso apenas posso dizer que à política o que é da política e aos tribunais o que é dos tribunais; como amigo o que posso fazer é manifestar a minha sincera solidariedade e amizade porque está a passar um mau momento e nestas horas os amigos devem saber manifestar essa solidariedade”.

Uma coisa é certa, acrescenta o autarca. A Covilhã não se arrepende de ter entregue a José Sócrates a chave da cidade no passado dia 20 de Outubro “se pudesse regressar ao passado a antever que uma situação destas podia suceder tê-lo ia feito na mesma; o engenheiro José Sócrates foi eleito duas vezes primeiro-ministro de Portugal e sendo ele um cidadão da Covilhã, foi aqui criado, aqui frequentou a escola, foi aqui nesta câmara que começou a sua actividade profissional e só pelo facto de ter exercido altas funções no estado merecia esse reconhecimento por parte do município mas não podemos também que ele teve um papel absolutamente decisivo na vinda de infraestruturas e equipamentos para a nossa região e tudo isso são razões acrescidas para reconhecer o seu trabalho enquanto político”.  


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