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Terça, 09 Mar 2021
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POL�TICA
REACENDER A LUTA CONTRA AS PORTAGENS
Rádio Cova da Beira
A União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB) desconfia do processo de concessão da A23 do Governo para a Scutvias. Em comunicado, aquela estrutura sindical refee que se está “perante um processo nebuloso e “manhoso” , pois está a ser “cozinhado “ em segredo fora do escrutínio do público e sem o controlo da Assembleia da República.
Por Paulo Pinheiro em 24 de Oct de 2014

Em causa estão as declarações do Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento que admitiu que, no OE 2015, o Governo prevê receber 66 milhões de euros com a concessão da A23 entre Abrantes e Guarda e vice-versa. Declarações que, para a USCB, contrastam com as do director-geral da Scutvias que recentemente afirmou que a empresa assinaria o contracto de concessão com o Governo para entrar em vigor até final do ano.

A USCB recorda que a inscrição dois 66 milhões de euros no OE 2015 é genérica “e nada seria dito se os deputados não questionassem sobre o assunto”.

A União alerta que “pode estar em curso uma manobra canhestra de engano e mentira”, acrescentando que em marcha está “a tentativa de fazer passar a ideia de que vão baixar o preço das portagens, quando na verdade elas irão aumentar” porque, simultaneamente pretendem acabar com os troços não pagos.

Desta forma, refere a União , quem não pagava vai passar a pagar e quem já pagava muito vai pagar ainda mais.

Face à situação, para aquela estrutura sindical, “está na hora de reacender a luta contra as portagens!” e de passar das palavras aos actos.

A União de Sindicatos de Castelo Branco apela a todos os trabalhadores, à população, aos autarcas e aos empresários para que se unam e lutem contra o pagamento de portagens na A23, A24 e A25 mantendo  a disponibilidade para realizar acções próprias e integrar outras iniciativas das comissões de utentes e com outras entidades.

 Às comunidades intermunicipais da Beira Baixa e das Beiras e Serra da Estrela, apela para que "assumam uma posição firme contra as portagens e pelo Interior e contra o despovoamento. “.


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