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Sexta, 18 Jan 2019
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CIMD Cabecalho
POLÍTICA
PLANO ESTRATÉGICO DA CIM DAS BEIRAS E SERRA DA ESTRELA
Rádio Cova da Beira
São cinco as grandes áreas temáticas em que assenta o plano estratégico da comunidade intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela. O documento foi aprovado na última reunião do conselho intermunicipal e segue agora para a comissão de coordenação da região centro
Por Nuno Miguel em 23 de Oct de 2014

O eixo da logística, mobilidade e serviços básicos é aquele que apresenta o maior número de projectos. A construção do novo aeroporto regional na Covilhã, a construção dos itinerários complementares 6 e 7, ou a reactivação da linha férrea no troço entre a Covilhã e a Guarda da Linha da Beira Baixa são algumas das obras que fazem parte deste plano. Neste sector é ainda defendida a construção de uma central de frio na plataforma logística da Guarda e ainda de um centro de reparação e manutenção de viaturas para intervenções urbanas, partilhado pelos 15 municípios.

A saúde, terceiro sector e desenvolvimento social é o segundo eixo do plano, que apresenta como principais vectores a dinamização da vertente do termalismo e a construção de um centro de excelência na investigação e tratamento de doenças do foro respiratório, com vocação turística, com base na recuperação do antigo sanatório daquela cidade.

 

Outro dos eixos centrais deste plano abrange as áreas da inovação, internacionalização e atracção de investimento produtivo. Entre os vários projectos, destaque para a criação da A 31, uma agência que vai ficar encarregue dessas três áreas e ainda um centro “low cost” para registo de patentes.

O quarto eixo central diz respeito ao turismo e agro industrial, onde surgem como principais ideias a dinamização de uma bolsa de arrendamento dentro de uma política de reabilitação urbana, uma programação cultural e desportiva conjunta entre a rede de cidades da A 23 e também a aposta em projectos de turismo cultural nas Aldeias Históricas, Aldeias de Xisto, Judiarias, Aldeias de Montanha, e nas áreas protegidas a par do desenvolvimento de iniciativas como a ampliação do regadio da Cova da Beira ou acções nas áreas das energias renováveis ou de eficiência energética.

 

 

O quinto e último eixo abrange as áreas do capital humano e da modernização administrativa onde para além do estabelecimento de um plano de formação contempla a partilha de infra-estruturas, equipamentos e recursos de que é exemplo uma incubadora de cariz urbano que prevê a constituição de piquetes de intervenção intermunicipal para pequenas reparações.

 

Este documento serve de ponto de partida para a captação de investimentos no novo quadro comunitário de apoio e é com base nos projectos de maior dimensão que se fará o cálculo de quanto a região vai ganhar com o “Portugal 2020”.


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