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Domingo, 08 Dez 2019
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SOCIEDADE
REITOR LAMENTA CORTES
Rádio Cova da Beira
O montante que será transferido do Orçamento Geral do Estado para a UBI, cerca de 21 milhões de euros, não chega para os encargos salariais, na ordem dos 27 milhões, de acordo com o número avançado por António Fidalgo, no final da recepção aos novos alunos.
Por Paula Brito em 24 de Sep de 2014
 

A verba “muito curta” vai obrigar a Universidade a recorrer a receitas próprias, deixando antever um fecho das contas deficitário “se não fossem as receitas próprias da Universidade, as propinas e os projectos a que se candidata, a Universidade seria completamente inviável. Já o ano passado passámos com défice e este ano vai agravar-se”, disse o Reitor, à margem da sessão de abertura do novo ano lectivo que chega com velhas e agravadas preocupações.

Uma situação que não pode continuar uma vez que está a ameaçar a qualidade do ensino “O facto é que nós temos vindo a melhorar a oferta, a subir todos os parâmetros de qualidade e os cortes têm sido contínuos. Neste momento, ameaçam a qualidade do Ensino Superior em Portugal”.

Além da subida desses indicadores, a UBI aumentou a percentagem de colocados na primeira fase do Concurso de Acesso ao Ensino Superior. Com mais de 80 por cento das vagas atribuídas, o responsável ficou “satisfeito” e acredita que irão ser melhorados “na segunda fase”, apesar das preocupações com as engenharias que voltaram a atrair poucos alunos “É de lamentar. Nós temos cursos que, em termos profissionais, dão uma sólida formação. Hoje não podemos olhar só para o mercado nacional. Internacionalmente essas formações estão altamente cotadas. A engenharia portuguesa é muito bem considerada a nível mundial”, sublinhou.

Fonte e foto: Urbi et Orbi


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