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SOCIEDADE
“É URGENTE TRAVAR A DESTRUIÇÃO DO SNS”
Rádio Cova da Beira
A afirmação feita pelo vice presidente da federação nacional dos médicos que marcou presença num debate sobre o tema organizado pela união de sindicatos de Castelo Branco.
Por Nuno Miguel em 21 de Sep de 2014

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Sérgio Esperança afirma que “temos de reconhecer que nos últimos anos, e não só com este governo, tem havido um claro desinvestimento na área de saúde sendo que a situação se agrava com outros cortes que foram propostos pela troika e que o nosso ministro foi para além disso; temos neste momento um serviço nacional de saúde em perigo e que pode ser destruído em aspectos fulcrais da sua actividade”.

O dirigente da FNAM como as consequências mais visíveis dessa política de desinvestimento “por um lado uma cada vez maior dificuldade dos utentes em aceder ao SNS, onerando esses serviços com o aumento das taxas moderadoras; temos condições de trabalho para os profissionais que são degradantes e que tem originado a uma saída em bloco dos profissionais do serviço nacional de saúde e isso é também um enorme prejuízo para os nossos doentes”.

Sérgio Esperança acrescenta que é urgente inverter este rumo, com uma forte política de investimento no serviço nacional de saúde “temos que impedir que continue a destruição do serviço nacional de saúde e para isso temos que revigorar o que existe e que reconquistar o que já tivemos; eu lembro que já fomos considerados como o 12º melhor serviço nacional de saúde do mundo e por isso temos razões para lutar e temos também responsabilidades nessa área”.

A realização deste debate veio culminar uma semana dedicada à defesa do serviço nacional de saúde que a união de sindicatos promoveu nos últimos dias. Em todos os concelhos do distrito circulou um abaixo assinado que de acordo com Luís Garra, coordenador daquela estrutura sindical “permitiu recolher mais de mil assinaturas, sendo que a subscrição foi feita apenas à porta dos hospitais e centros de saúde do nosso distrito; obviamente que é um número que pode crescer ainda mais porque não fomos ainda a outros espaços de contacto com as populações mas é certo que o vamos fazer e isso vai-nos permitir ultrapassar largamente o número que já temos”.

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