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CULTURA
PRESERVAR A MEMÓRIA DO POVO
Rádio Cova da Beira
No dia de Santa Luzia, feriado no concelho do Fundão, Rosária Janeira cumpriu um sonho: escrever um livro com as histórias que ouviu sobre a freguesia de onde é natural (Castelejo) e também sobre uma das maiores romarias da Beira Baixa.
Por Paulo Pinheiro em 17 de Sep de 2014

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Foi debaixo de chuva torrencial que, junto à capela de Santa Luzia, foi lançado o livro " Datas e Vivências - Que Fazem História", da autoria de Rosária Janeira Antunes.

 

Uma obra escrita porque a ex-presidente da junta de freguesia diz “sentir nas veias a cultura do povo do Castelejo” que agora partilha com os leitores.

 

 

É preservar a memória da aldeia e de Santa Luzia escrita de forma simples “como simples é a gente do Castelejo”

 

“É um hino à freguesia, à Santa Luzia e ao concelho do Fundão. Havia muito pouco escrito sobre esta festa e não queria que isso continuasse a acontecer”, afirma Rosária Janeira, a quem faltam palavras para descrever a felicidade que sente ao atingir o objectivo.

 

São diversas as histórias que, ao longo de 170 páginas, a autora conta “ umas fruto de pesquisa efectuada e outras transmitidas por pessoas que todos os anos se deslocam à romaria”

 

“Histórias de uma história maior do concelho do Fundão”, como refere o presidente da CMF, autarquia que apoia o lançamento do livro. O montante resultante da venda do livro reverte por inteiro para Santa Luzia.

 

“É gente, é território, são vivências”, como referiu Marta Leitão, que apresentou o livro.

 

Uma obra que a autora dedica à família, mas também à gente do Castelejo, residente e ausente “que sente no sangue a chama ardente do apego à terra mãe”.

 

Aos leitores deixa o que o seu coração escreve e a sua alma sente

 

“ A nossa terra quanto mais se conhece mais se ama”, conclui Rosária Janeira.

 

 


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