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Domingo, 20 Out 2019
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POLÍTICA
FARSAS, FARSANTES E FALSÁRIOS…
Rádio Cova da Beira
É o título do comunicado do Movimento Acreditar Covilhã a propósito dos acontecimentos da última assembleia municipal em que Vítor Pereira classificou de “Farsa do Mac” o requerimento apresentado pelo Movimento pedindo esclarecimentos sobre o diferendo entre a autarquia e a família de Santos Silva “classificar de farsa um requerimento que cumpria, para além de todos os trâmites procedimentais, aquilo que é essencial à boa e sã vivência democrática, é, no mínimo, revelador das suas próprias fragilidades, inseguranças e descortesia, reveladas pelos responsáveis desta Câmara, a cada passo, a cada acto.”
Por Paula Brito em 16 de Sep de 2014
 

O comunicado acrescenta “classificar de farsa, a denúncia pública de propostas e alertas sobre a necessidade de realização de obras que foram, sucessivamente, feitas pelos eleitos do MAC, nos locais próprios, desde o início deste mandado, é no mínimo revelador da responsabilidade, ou falta dela”.

A propósito da unanimidade invocada por Vítor Pereira no seio do executivo para se suspender a decisão do Supremo Tribunal de Justiça, o MAC esclarece: “invocar nas suas apresentações, deliberações unânimes que nunca existiram - porque nunca foram votadas pelos eleitos do MAC (…) é o quê? Brincadeira de mau gosto, branqueamento do presente em que a Covilhã é forçada a viver, farsa ou falsificação da realidade e de actos e documentos públicos?”

O Movimento deixa ainda outro exemplo de manipulação de deliberações camarárias acusando o Vítor Pereira de se ter apropriado “ em desespero de causa, de propostas que constam de convocatórias requeridas conjuntamente pelos Vereadores na oposição, na vergonha de se assumir que andou a “roubar” descaradamente aquelas que são ainda as maiores promotoras de eventos sociais, desportivos e culturais do Concelho, as nossas associações”. Referindo-se à proposta de isentar as associações de taxas municipais, o MAC adiante que “já se reconheceu o “lapso dos serviços” na elaboração da acta, mas não se dignou ordenar a sua correcção”.  

O MAC conclui que “quem faltou à verdade, falseou e manipulou o conteúdo de deliberações camarárias, não foi nenhum elemento eleito pelo MAC”.


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