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POL�TICA
PS: COSTA QUER MAIS COMPETÊNCIAS PARA AS CCDR´S
Rádio Cova da Beira
António Costa pretende reforçar o papel das comissões de coordenação e desenvolvimento regional como alternativa a um novo processo de regionalização. A ideia deixada ontem à noite em Castelo Branco pelo candidato às eleições primárias do PS, que vão escolher o candidato socialista às eleições legislativas de 2015, e que reuniu muitas centenas de militantes e simpatizantes no pavilhão do Nercab.
Por Nuno Miguel em 15 de Sep de 2014

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Para António Costa o PS “não pode continuar paralisado no tema das regiões e da regionalização e há que encontrar boas formas de responder a este problema e há uma forma prática e breve de o fazer; é pegar nas actuais comissões de coordenação e desenvolvimento regional e fazer com que elas deixem de ser órgãos da administração descentralizada do estado e deixar de os fazer depender de um governo em Lisboa e deixar que os seus dirigentes sejam eleitos pelos autarcas de cada uma das regiões, que representam as suas populações, por forma a que possam ter um outro papel e sejam comissões ao serviço das regiões e não do poder central”.

O candidato às primárias socialistas acusa ainda o actual secretário geral do PS de ter permitido que o governo levasse por diante as propostas para a reorganização administrativa do território “aquilo que aconteceu com a reforma das freguesias em todo o país foi um enorme disparate mas temos que dizer com clareza que foi um disparate consentido também pela falta de coragem do PS de tomar iniciativa e liderança na condução dessa reforma”

Na primeira intervenção pública como nova presidente da federação distrital do PS, Hortense Martins não poupou nas críticas à acção desenvolvida pelo governo no interior. A deputada eleita pelo distrito de Castelo Branco na assembleia da república afirma que “para além do encerramento de escolas, tribunais e do aumento das dificuldades no acesso aos cuidados de saúde foram esquecidas muitas obras fundamentais para a nossa região, como a construção da barragem do Alvito, o IC 31 ou o IC 6; em contrapartida este governo ofereceu-nos as portagens mais caras da Europa na A 23 e acabou com os benefícios fiscais à interioridade”.


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