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Terça, 23 Jul 2019
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POL√ćTICA
PASSOS COELHO EM CASTELO BRANCO
Rádio Cova da Beira
O presidente do PSD afirma que ¬ďn√£o √© poss√≠vel dar futuro a Portugal regressando ao passado¬Ē. A ideia deixada pelo presidente do PSD em Castelo Branco durante o jantar de tomada de posse da nova comiss√£o pol√≠tica distrital social democrata, liderada por Manuel Frexes, e que reuniu muitas centenas de militantes e simpatizantes no pavilh√£o do Nercab.
Por Nuno Miguel em 13 de Sep de 2014

Pedro Passos Coelho destacou várias reformas estruturais que o actual executivo concretizou, deixando como exemplos as áreas da saúde, da justiça e da educação. Um trabalho a que quer dar continuidade “temos de continuar a passar das palavras aos actos mas temos de ter estabilidade política e não voltarmos ao tempo em que não se faziam contas e se mandava a factura para o futuro; eles pensam que é possível oferecer um futuro a Portugal regressando ao passado mas estão enganados e o país só perde com essa perspectiva”.  

Até porque, acrescenta o primeiro ministro, depois de vários anos de intervenção da troika “agora é a nossa altura de mostrarmos o que valemos e por isso não temos de nos encolher com o tamanho desse desafio porque quanto maiores forem as dificuldades mais teremos de nos agigantar; não iremos varrer os problemas para baixo do tapete ou esperar por um milagre que nos venha salvar o que queremos é fazer pela vida e vamos dizer isso aos portugueses porque se merecermos o seu respeito já teremos uma boa base de conversa para 2015”.   

Para Pedro Passos Coelho os portugueses já tem consciência duma diferença considerável entre o PSD e a oposição “eles apenas proclamam objectivos enquanto que nós estamos empenhados em concretizá-los”.

Já o presidente da distrital do PSD deixou um forte apelo à mobilização e união dos militantes para que os social democratas vençam as eleições legislativas do próximo ano. No jantar de tomada de posse dos novos órgãos distritais do PSD, o presidente da comissão política destacou a diminuição dos índices de desemprego jovem, o aumento de volume de negócios ou a baixa nos valores da despesa corrente do estado como factores decisivos para a estabilidade futura do país. Manuel Frexes considera que todos somos poucos para o trabalho que temos pela frente, mas queremos contribuir decisivamente para o grande objectivo que se nos coloca; vencer as eleições legislativas do próximo ano”. 

Manuel Frexes acrescenta que o PSD “encontrou o país em situação de bancarrota” quando chegou ao governo, “por culpa do regabofe socialista” e considera que “chegou a hora de dizer a quem encontrarmos que salvámos Portugal;, demos a volta a um país em estado de coma e hoje estamos prontos para novos desafios; queremos deixar de ser os bombeiros do nosso país para sermos os impulsionadores da nação”.

Aproveitando a presença de Pedro Passos Coelho na cerimónia de tomada de posse, o líder da distrital do PSD afirmou que rejeita a ideia “dum interior coitadinho”, mas reivindicou “uma maior atenção do poder central na concretização de vários projectos” como a conclusão das obras da linha da Beira Baixa, do regadio da Cova da Beira ou uma diminuição dos preços dos sistemas multimunicipais de abastecimento de água e saneamento.


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