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Domingo, 05 Abr 2020
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POL�TICA
SUSPENSÃO APROVADA
Rádio Cova da Beira
A câmara municipal do Fundão aprovou por unanimidade a suspensão parcial do plano de pormenor da área poente da cidade que engloba toda a zona do Sitio do Vale.
Por Nuno Miguel em 27 de Aug de 2014

A decisão foi tomada na última reunião público do executivo e, de acordo com o presidente da câmara municipal, a grande alteração vai incidir na diminuição do número de lotes para construção e dotar toda a área de novos espaços públicos e de estacionamento “nós temos estado a fazer um trabalho de alteração do que eram as versões anteriores do plano porque entendemos que o mercado habitacional não é o mesmo e temos que dar melhores condições naquilo que é o usufruto do espaço público; vamos por isso reduzir alguns lotes de construção, cuja propriedade é da câmara municipal, e que vão ser retirados deste processo e simultaneamente dar mais força àquilo que é o espaço público, com mais espaços verdes, com o aumento de zonas de estacionamento sobretudo numa área que tem neste momento uma grande pressão como é o caso junto à escola secundária para onde estava prevista a construção de habitação”. 

Paulo Fernandes acrescenta que essa diminuição do número de lotes para construção de habitação vai também abranger vários promotores privados “há também lotes de natureza privada que nós também pretendemos reduzir e eventualmente podemos aumentar alguma da altura de alguns prédios, nomeadamente junto à avenida Eugénio de Andrade; está prevista ainda alguma construção entre aquilo que é o espaço do parque verde e a elevação que vai culminar no pavilhão municipal e nós pretendemos que essa zona seja um corredor verde e nesse sentido equacionamos esse aumento em altura por forma a garantir o que são os direitos de construção nos espaços paralelos à Eugénio de Andrade”.

Com a suspensão parcial deste plano, que tem a concordância da CCDRC, vão ser estabelecidas algumas medidas preventivas a fim de não interromper obras que estão a decorrer na área poente da cidade. O prazo máximo previsto na lei para o estabelecimento dessas medidas é de dois anos mas Paulo Fernandes espera que já em 2015 possa estar concluída a revisão deste plano de pormenor, que foi iniciada em 1994. 

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