RCB/TuneIn
Domingo, 05 Abr 2020
PUB
UBI
CIMD Cabecalho
POL�TICA
“HÁ MUITOS ANOS QUE ESTOU PRESENTE”
Rádio Cova da Beira
A experiência “de anos de trabalho no terreno” e o conhecimento do partido pesaram na decisão de Hortense Martins de apresentar uma candidatura à liderança da federação distrital do Partido Socialista. Um projecto que a deputada assume ser de continuidade do trabalho realizado nos últimos anos sob a liderança de Joaquim Morão.
Por Paula Brito em 21 de Aug de 2014
 

“Assumo a continuidade que é manifestamente um valor positivo, porque a continuidade, neste caso significa vitórias, o PS tem ao nível autárquico sete das 11 câmaras, mas também se formos ver ao nível legislativo na primeira vez que eu integrei a lista de deputados, elegemos quatro deputados. Obviamente o facto de ser de continuidade não quer dizer que não tenha uma marca bem própria”.

Questionada se se exclui da lista de candidatos a deputados, Hortense Martins deixa tudo em aberto “não me excluo nem deixo de me excluir. Eu não vejo a minha vida em termos de carreira política, vejo-a em termos do contributo que posso dar em cada momento, nas funções que desempenho. Quando me propuseram integrar a lista de deputados pelo distrito ponderei o afastamento da minha vida profissional, o que também tem custos, e fi-lo em consciência. Sinto que as pessoas reconhecem o trabalho que venho desenvolvendo. No dia 6 os militantes escolherão e eu aceitarei democraticamente o resultado”. 

Em entrevista ao programa Flagrante Directo da RCB, Hortense Martins explicou  os motivos que a levam a apoiar António Costa, nas primárias do partido marcadas para o próximo dia 28 de Setembro “porque eu penso que o PS tem que ter uma solução de governo, e tem que ter uma pessoa capaz de mobilizar o país e portanto, é atendendo a essa capacidade mobilizadora e a essas questões que eu considerei importantes na análise que fiz, que fiz a minha opção”.

Apesar da opção, que segundo a candidata deve ser individual, Hortense Martins diz que saberá trabalhar com qualquer líder “se for eleita presidente da federação saberei trabalhar com quem os militantes e simpatizantes vierem a escolher no dia 28 como candidato a Primeiro-ministro, já que a escolha do líder será posteriormente, mas a federação terá que saber trabalhar com qualquer líder seja António José Seguro, seja António Costa”. Hortense Martins recorda que já no passado trabalhou com António José Seguro apesar de ter apoiado Francisco Assis.


  Redes Sociais   Facebook

2007—2020 © Rádio Cova da Beira

Todos os direitos reservados