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Quarta, 11 Dez 2019
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SOCIEDADE
REGIÃO RECEBEU 125 ESTÁGIOS EM 8 ANOS
Rádio Cova da Beira
Desde 2006 passaram pelos estágios internacionais de intercâmbio clinico e de investigação 125 alunos. A iniciativa, promovida pela Associação Internacional de Estudantes de Medician, Associação Nacional e Medubi, trouxe no último mês 18 jovens estudantes à região que realizaram estágios clínicos no Centro Hospitalar da Cova da Beira e de investigação da Faculdade de Ciências da Saúde.
Por Paula Brito em 31 de Jul de 2014
 

O final do estágio foi assinalado com um almoço no refeitório do hospital Pêro da Covilhã que contou com a presença de alguns dos estudantes que vieram de 9 países diferentes. Blake Mackay veio do Canadá e contou como foi a experiência de um mês em Portugal, o país que estava na sua lista de preferências para a realização do estágio “sinto-me um privilegiado por ter estado aqui e a primeira coisa que eu gostaria de dizer é que os portugueses são muito simpáticos, hospitaleiros e bons professores, este hospital é fantástico ao nível da educação, muitas vezes houve a barreira da língua, mas os médicos, e os próprios doentes, ajudaram-me a ultrapassar isso. O hospital está bem equipado e preocupa-se com os seus doentes, utilizam imensos recursos na educação e isso produz excelentes médicos e vejo que os estudantes de medicina vão ser bons profissionais”.

Miguel Castelo Branco, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar da Cova da Beira, explica as vantagens para o Centro Hospitalar em estar integrado nesta rede internacional de intercâmbios “a presença do CHCB, um hospital no interior do país, , a própria vivência que eles têm cá é importante para transmitir que se faz boa medicina num hospital situado numa zona como esta, com dificuldades de atracção”.

Este foi um dos argumentos que levou a jovem Évora Alenya, natural de Barcelona, em Espanha, a optar pela realização de um estágio na Covilhã “escolhi a Covilhã porque é uma cidade pequena e pensei que num hospital pequeno teria mais oportunidade de fazer coisas práticas, o problema foi que havia muito estudantes no sector onde eu estava”. Questionada que escolheria uma cidade como a Covilhã para exercer a profissão, Alenya foi peremptória “não me parece, gosto mais de cidades grandes”.


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