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Quinta, 18 Jul 2019
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POL√ćTICA
"NÃO TENHO NADA A ESCONDER"
Rádio Cova da Beira
Santos Silva rejeita qualquer responsabilidade no diferendo que existe h√° muito entre a sua fam√≠lia e a c√Ęmara da Covilh√£. Confrontado com a indeminiza√ß√£o de mais de 400 mil euros que alegadamente teria que pagar √† autarquia por uma senten√ßa j√° confirmada pelo tribunal da rela√ß√£o, Santos Silva falou sem tabus do assunto que ¬ďest√° a ser utilizado como arma de arremesso pol√≠tica¬Ē.
Por Paula Brito em 30 de Jul de 2014

O presidente da assembleia municipal da Covilhã rejeita qualquer responsabilidade “não tenho nada a ver com isso, nem pouco nem muito, existe uma divergência entre a família da minha esposa e a câmara municipal, o que dizem é uma forma de dizer que o Santos Silva deve à câmara. Não, o que existe é um diferendo sobre um loteamento no Canhoso, numa propriedade que a minha esposa herdou com a minha cunhada, e elas levaram a cabo uma operação de loteamento. Existe um litígio que lhes foi imposto pela câmara e não por vontade delas, mas eu não estou envolvido até porque é uma herança que pertence à minha esposa e à minha cunhada”.  

Em entrevista ao programa Flagrante Directo da RCB, Santos Silva confirma a existência não de um, mas de dois diferendos entre a família e a câmara da Covilhã “há essa questão do loteamento, e a outra questão foi a câmara que abriu a estrada Canhoso Vila de Carvalho sem autorização das proprietárias, são dois diferendos, não tenho nada a esconder, há esses diferendos com a CMC mas que a seu tempo se resolverão, eu, pessoalmente, lamento que não se tenham resolvido em tempo oportuno”.

Santos Silva lamenta que o assunto, que se arrasta desde o ano 2000, não tenha sido resolvido pelo anterior executivo e garante que a família esteve e continua a estar disponível para resolver o assunto sem necessidade de recorrer aos tribunais, apesar dos processos não estarem encerrados “continuam a decorrer os processos, por vontade da minha família achar-se-ia uma solução negociada e nunca iria para tribunal”.

Santos Silva não esconde que o diferendo entre a família e a câmara da Covilhã no passado “possa ter sido interpretado como um diferendo entre o reitor e o então presidente da câmara”. Hoje, nas funções de presidente da assembleia municipal da Covilhã, o mesmo diferendo está a ser utilizado como “arma de arremesso política”.

Em entrevista ao programa Flagrante Directo da RCB, Santos Silva falou de política, do ensino superior, da UBI em particular, da região e do cargo que exerce há 8 meses. Temas para continuar a acompanhar nos espaços informativos da RCB.


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