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Terça, 14 Jul 2020
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POL�TICA
ALDEIA DE S. FRANCISCO DE ASSIS ESQUECIDA
Rádio Cova da Beira
Apesar de estar lançado o concurso para a requalificação da EM 512, a presidente da junta de freguesia de Aldeia de S. Francisco de Assis teme que o Inverno comece sem que haja obras no terreno. A preocupação deixada pela autarca em entrevista ao programa “Prova dos Novos” da RCB. Joana Campos sente que sua freguesia está a ser esquecida pelo actual executivo devido à distância, à cor política e à difícil situação financeira da câmara da Covilhã. A autarca desafia assim Vítor Pereira a apresentar os resultados da auditoria à gestão do anterior executivo.
Por Paula Brito em 21 de Jul de 2014

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"Prevejo que vai começar o inverno e que vamos estar sem estrada, temo pela segurança de todos os condutores porque é uma estrada onde circulam cerca de 500 viaturas ligeiras por dia, cerca de 50 viaturas pesadas e não tem qualquer segurança. Já houve acidentes, já houve mortes e penso que a câmara devia ter sido mais célere com esta situação", refere a autarca da freguesia de Aldeia de S. Francisco de Assis, Joana Campos.

Mas para além da obra, há outros assuntos relacionados com a famigerada estrada que estão ainda por resolver como é o caso do pagamento das indemnizações aos proprietários dos terrenos, avaliados de 8 a 10 mil euros: "O anterior executivo camarário não liquidou algumas das apropriações. Este executivo foi alertado para isso, ainda nada disse sobre o assunto e todos os dias as reclamações caem sobre a junta de freguesia".

A única autarca eleita pelo PSD sente-se discriminada pela autarquia covilhanense, que ainda não acedeu a nenhum dos pedidos para visitar a freguesia ou reunir com a autarca: "Não sentimos apoio por parte da Câmara Municipal, em oito meses de mandato ainda não tive a honra de receber na minha freguesia o vereador com o pelouro das mesmas".

As infiltrações no telhado da junta de freguesia, a requalificação exterior do auditório mineiro, o reforço da electrificação na aldeia, a colocação de redes e de um novo piso no campo de ténis ou a substituição de toda a rede de água que ainda está em tubos de fibrocimento são algumas das obras prementes da freguesia e preocupações que autarca pretende apresentar ao executivo mas até agora sem sucesso:"A desculpa por parte da câmara é a de que a dívida encontrada não deixa que se façam obras, se assim é mais uma vez digo ao senhor presidente da câmara que tornasse publica a auditoria a todas as contas do anterior executivo, todos gostaríamos de saber para onde foi o dinheiro dos 49% das águas da Covilhã, até porque foram prometidos pelo anterior executivo camarário 25 mil euros a cada presidente para que votassem favoravelmente essa venda e a minha freguesia ainda aguarda essa verba".


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