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POL�TICA
OITO MESES DE RETROCESSO
Rádio Cova da Beira
“Retrocesso”, é desta forma que, numa só palavra, o novo presidente da comissão política concelhia do PSD da Covilhã classifica os oito meses de gestão socialista. Em entrevista ao programa "Flagrante Directo" da RCB, Pedro Silva respondeu ainda às críticas de Carlos Pinto.
Por Paula Brito em 17 de Jul de 2014

Para Pedro Silva, Vítor Pereira não pode alegar desconhecimento quando foi vereador durante oito anos no executivo "como é que é possível alguém que foi vereador durante oito anos venha agora alegar desconhecimento quando podia, ou tinha a obrigação, de fazer a análise que muito bem entendesse?”. Mas a impreparação, para Pedro Silva, não é apenas do presidente da autarquia  “nem o PS estava preparado, nem a equipa que apresentou estava preparada, nem coesa, ainda hoje estou para perceber, porque não foi dada nenhuma explicação, o que é que levou a senhora vereadora a, passado 60 dias, vir embora. E qual é a estratégia de um partido que faz rodar pelas cadeiras dos lugares de nomeação da câmara e das empresas municipais, pessoas que já formam chefe de gabinete, adjunto, administrador…”

Pedro Silva deixa outros exemplos da impreparação do Partido Socialista “um partido que não tem os quadro necessários para dizer no início que a equipa para aqui é esta, para esta empresa é esta porque é a mais indicada, e depois elegem-se, não sabendo se foram eleitos, conselhos de administração como foi o caso do Parkurbis, que depois já não era conselho de administração, que nem sei se tomou posse, porque se pôs em dúvida se o presidente o podia ser, todas estas situações, e mais outras que se vivem no dia a dia da câmara, são situações que me levam a estar preocupado”.

Em entrevista ao programa Flagrante Directo da RCB Pedro Silva respondeu ainda às críticas de Carlos Pinto, que o apelidou de radical “foi necessário ser um radical para ser chefe de gabinete e fazer um trabalho à altura do cargo, depois foi necessário ser um radical para, quando fui eleito vereador, me serem entregues quase todos os pelouros, pelo menos os mais importantes, e não fui eu que os pedi, como o das freguesias, os recursos humanos, protecção civil, adjunto do presidente, se calhar foi por ser radical”.

O novo presidente da concelhia social-democrata não tem dúvidas que o ex-autarca fez campanha contra ele e o resultado é uma derrota para Carlos Pinto “a grande derrota nestas eleições, da lista B, é de uma pessoa que não teve sequer coragem de subscrever a lista de proponentes”. Pedro Silva culpa ainda Carlos Pinto do resultado do PSD nas últimas autárquicas no concelho da Covilhã “é evidente, porque não soube aceitar um resultado eleitoral, democrático, livre, transparente, que foi a eleição da anterior comissão política, e aquilo que se passou foi uma revanche porque a estratégia que determinada pessoa tinha delineado não colheu porque os militantes entenderam que a estratégia que os militantes deviam seguir era outro”.


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