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Terça, 07 Jul 2020
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POLÔŅĹTICA
MAC QUESTIONA AUDITORIA
Rádio Cova da Beira
Nuno Reis, do Movimento Acreditar Covilh√£ questionou na √ļltima reuni√£o p√ļblica do executivo V√≠tor Pereira sobre a auditoria √†s contas do munic√≠pio que o autarca covilhanense prometeu estar conclu√≠da na Primavera.
Por Paulo Pinheiro & Paula Brito em 24 de Jun de 2014
 

“Eu não sei se a primavera pereirista é mais lata do que a Primavera normal, nós estamos ansiosos pelos resultados destas auditorias, se elas de facto existem, solicitava-lhe, se fosse oportuno, os resultados dessa auditoria”.

Vítor Pereira diz que a auditoria ainda não está concluída porque são diárias as surpresas encontradas nas contas do município “há muitas pontas soltas que vão dar a vários novelos, aliás as surpresas são diárias e sempre que vem uma surpresa a auditoria tem que ser objecto de actualização, eu gostava de a ter na rua há 3 ou 4 meses atrás, queremos que a sua ansiedade deixe de ser ansiedade e passe a ser preocupação porque devemos estar todos preocupados com a saúde financeira do nosso município”.

A propósito do assunto, Vítor Pereira criticou a proposta de lei do governo de criar um Fundo de Apoio Municipal para acudir às câmaras em ruptura financeira, no valor de 650 milhões de euros, com 70% a serem assumidos por todas as autarquias e 30% pelo Estado, na versão original da proposta. O autarca covilhanense, considera a proposta um escândalo “é de facto escandaloso, nós, ainda por cima, não obstante a nossa situação, somos o 52.º município que mais contribui para esse fundo de acordo com o plano estabelecido pelos partidos do governo que querem fazer aprovar em Assembleia da República, só o município da Covilhã comparticipa com 2 milhões 113 mil euros, ou seja uma média de 422 mil euros anuais, acho isto inacreditável”.

A proposta do governo foi discutida na passada semana na Assembleia da República e o governo dispôs-se a repartir os encargos do financiamento do fundo em partes iguais, isto é, o governo avançar com os 50% e não os 30% inicialmente previstos. Também já é certo que o prazo de constituição do fundo será de sete anos, a partir de 2015, e não de cinco. Mas a proposta está longe de ser pacífica já que a ANMP faz depender o acordo final com o Governo de outras matérias, como a revisão da Lei dos Compromissos e o apoio a um programa de rescisões a aplicar aos funcionários municipais.

 


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