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Segunda, 13 Jul 2020
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SOCIEDADE
"SILVARES √Č CADA VEZ MAIS UMA TERRA DE EMIGRANTES"
Rádio Cova da Beira
Na passagem do décimo nono aniversário de elevação de Silvares a vila, o presidente da assembleia de freguesia criticou a litoralização de Portugal "temos um país ca vez mais desigual e perigosamente inclinado, qual barco a afundar-se", disse. Para o Carlos Catarino, Silvares não tem conseguido fixar população, está numa encruzilhada da sua existência e "é uma vila cada vez mais de emigrantes".

Oiça: Joana Bento, Carla Morgadinho, Carlos Catarino, Carina Batista e Paulo Fernandes
Por Paulo Pinheiro em 24 de Jun de 2014
 

Na cerimónia oficial, que decorreu nas instalações da junta de freguesia, o médico, natural de Silvares, destacou como factores positivos a construção do centro comunitário das Lameiras, a piscina, mas lembrou que há promessas antigas para cumprir, o loteamento industrial é uma delas.

 

Para Joana Bento, da bancada do PS, é urgente olhar para Silvares com uma vila capaz de colocar concelho do Fundão num patamar de referência "Há que dizer basta à inércia, arregaçar as mangas e lutar pelas melhores soluções para a vila. É preciso deixar de enganar os silvarenses", afirmou.

 

Carla Morgadinho, da bancada do PSD, destacou ao facto de Silvares ter mudado muito ao longo dos últimos dezanove anos, com vários serviços conquistados, quanto ao loteamento espera que esteja concluído até final do ano.

 

A presidente da junta de freguesia de Silvares realçou as potencialidades de Silvares, em diversos domínios. as estruturas construídas como a escola ( nos ano 90) o centro comunitário das Lameiras, a piscina, entre outras. Quanto ao loteamento, é importante, a autarca lembrou que o município do Fundão já ali investiu 700 mil euros e que o mesmo vai ser uma realidade.

 

Embora tenha sido um dos últimos temas abordado pelo presidente da CMF, Paulo Fernandes assegurou que só a confiança e a fiabilidade que a CMF tem junto da CCDRC permitiu que o projecto "não tenha caído". O autarca espera que logo que terminado o período de discussão pública, e seja aprovado pela AMF, as obras, suspensas há um ano, serão retomadas, porque "tenho a garantia da CCDRC que as verbas serão desbloqueadas".

 


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