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Quarta, 13 Nov 2019
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POLÍTICA
PROCESSO PARADO
Rádio Cova da Beira
As negociações começaram em Janeiro de 2013, mas a Scutvias ainda não assinou com o estado Português o novo contrato de concessão da auto estrada da Beira Interior. Sem a assinatura do documento a empresa não pode avançar com o processo de assumir a gestão do risco de tráfego tal como tornou público no início deste ano:
Por Paulo Pinheiro & Nuno Miguel em 18 de Jun de 2014
De acordo com o director geral da empresa “ainda não foi possível avançar uma vez que o novo contrato de concessão ainda não foi assinado; eu acredito que antes do final do ano vamos assinar esse novo contrato porque não podemos continuar mais um ano assim”.

 

Pinho Martins rejeita ainda a ideia de que caso a empresa venha a assumir o risco do tráfego essa situação origine uma diminuição do valor das portagens apenas na A 23 o que pode criar uma situação de desigualdade em relação às restantes auto estradas do interior “qualquer proposta que seja feita tem que ser aprovada pelo concedente que é o estado Português; a concessionária apenas pode fazer uma proposta e se isso acontecer as outras concessionárias também podem propor reduções de preços, desde que isso seja fundamentado e o governo pode então fazer a coordenação dos preços; nós vamos tentar fazer essa proposta mas só quando o novo contrato de concessão estiver assinado”.  

 

O director geral da empresa admite ainda alguma preocupação com os números que apontam para que a cobrança de portagens às viaturas internacionais apenas chegue aos dez por cento. Pinho Martins admite que tem de ser tomadas medidas para inverter essa situação, mas a palavra final cabe à secretaria de estado das obras públicas “na nossa auto estrada os números são esses; naturalmente que é uma questão que nos preocupa não só a nós mas a todas as concessionárias; estamos a tentar encontrar uma solução mas a secretária de estado e as estradas de Portugal tem ai o maior papel de dinamização uma vez que essa é uma questão de legislação que difere de estado para estado e nesses casos tem de se criar uma forma de operabilidade dos dispositivos”.

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