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POL�TICA
“UM MAU COMEÇO”
Rádio Cova da Beira
É desta forma que o vereador do PSD na câmara da Covilhã classifica as primeiras declarações do novo presidente do conselho de administração do “Parkurbis” a propósito da situação financeira do parque de ciência e tecnologia da Covilhã.
Por Nuno Miguel em 26 de May de 2014

Na última reunião pública do executivo, Joaquim Matias criticou o facto ter sabido pela comunicação social da eleição dum novo conselho de administração assim como da rescisão de contrato com o anterior director executivo. O eleito do PSD lamenta ainda que os novos elementos do conselho de administração saibam mais sobre a situação do Parkurbis do que os eleitos na autarquia “ele afirmou que tinha vergonha de deixar resultados financeiros como os que encontrou para quem viesse a seguir; como é que é possível que o senhor presidente eleito do Parkurbis saber muito mais do que eu, que fui eleito pelas populações do concelho?” interroga. “eu não sei nada porque houve aqui uma deliberação em que os vereadores iriam ter acesso às actas das reuniões do conselho de administração e da assembleia geral e até agora nada foi entregue”.

Joaquim Matias criticou ainda as declarações de Jorge Patrão sobre a situação financeira daquela sociedade “ele esquece-se que esteve na câmara municipal como vereador de 93 a 97 e eu não me esqueço disso porque em 98, quando assumi funções de vereador em regime de permanência na câmara da Covilhã que tive que renegociar a dívida do PS”.

O eleito do PSD quis ainda esclarecer se o actual presidente do conselho de administração necessita de qualificação superior para exercer esse cargo “se a lei era dúbia em relação ao facto de o senhor vice presidente da câmara não lhe ser exigida licenciatura para assumir a presidência do conselho de administração por ser um eleito local eu gostaria de saber se o senhor Jorge Patrão não sendo um eleito local necessita ou não de licenciatura?”.

Na resposta o presidente da câmara da Covilhã refere que não há intenção de nomear um novo director executivo e sublinha que apenas o presidente do novo conselho de administração será remunerado. Vítor Pereira sublinhou ainda que “não existe qualquer obstáculo para que Jorge Patrão possa exercer o cargo mesmo não sendo licenciado; se eu já não tinha dúvidas essa questão ficou cabalmente esclarecida na última assembleia geral uma vez que foi feita uma análise detalhada da lei e não há margem para dúvidas em relação a essa questão”. 


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