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POL�TICA
“FUI DOS PRIMEIROS A VESTIR A CAMISOLA”
Rádio Cova da Beira
Pedro Farromba desafia a câmara municipal da Covilhã a realizar uma grande acção pública em defesa do serviço de maternidade do centro hospitalar da Cova da Beira.
Por Nuno Miguel em 20 de May de 2014

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Em causa a portaria de classificação dos hospitais, publicada pelo ministério da saúde, que coloca o hospital da Covilhã no grupo um e levanta a hipótese de alguns serviços virem a encerrar, como é o caso da maternidade.

O líder da bancada do movimento “Acreditar Covilhã” recorda que “quando há uns anos atrás se falou pela primeira vez na possibilidade de encerramento da maternidade eu fui dos primeiros a vestir literalmente uma camisola que dizia «eu nasci na Covilhã»; a câmara de então promoveu uma acção pública na praça do município que juntou muitas centenas de pessoas e eu acho que hoje devíamos tomar uma iniciativa deste género porque aquilo que pode acontecer, não só na maternidade mas com outros serviços, é que a região perca valências que são fundamentais para os cidadãos que aqui vivem mas também para a formação dos novos profissionais no âmbito da faculdade de ciências da saúde”.

Na reunião da direcção nacional da associação de autarcas independentes, Pedro Farromba colocou em cima da mesa alguns dos temas que marcam a actualidade e mais preocupam os covilhanenses. O vereador do “MAC” refere que “já na última reunião de câmara manifestámos o nosso repúdio a qualquer proposta de encerramento de escolas no nosso concelho; não deixa é de ser estranho que o senhor presidente quando foi questionado sobre essa matéria não saber quais eram as escolas”.

Outro dos temas diz respeito à construção da nova barragem das Penhas da Saúde. Pedro Farromba espera que o actual executivo não desista da concretização deste projecto “neste momento já se perdeu o financiamento do POVT e sem isso dificilmente se consegue construir a barragem e eu espero que essa intenção se mantenha que se se possa voltar a candidatar a obra ao próximo quadro comunitário; eu recordo que este processo demorou 12 anos até se chegar à fase de lançamento do concurso e vamos esperar que todo esse tempo não tenha sido em vão”.


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