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EMPRES?RIO CRITICA PS
Gerente da F?brica de M?veis Martins e Imarvest responde ? concelhia do partido socialista do Fund?o. Agostinho Martins est? indignado e ofendido com as declara??es do respons?vel pela concelhia do PS do Fund?o
Por Paulo Pinheiro em 31 de Mar de 2009

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Em comunicado, o empresário, com actividade profissional há trinta anos no Fundão, afirma não reconhecer ao presidente da concelhia do PS fundanense qualquer legitimidade, nem moral para proferir juízes de valor a seu respeito nem da empresa que dirige, registando com agrado a demarcação do actual vereador do PS no executivo, Carlos Rolão, na última reunião do executivo, naquilo que Agostinho Martins classifica de “assassinato económico empresarial que pretendem fazer ao Fundão”.

Em causa está a posição da concelhia do partido socialista do Fundão, que em conferência de imprensa, afirmou estar contra a localização da construção de uma fábrica, na entrada sul da cidade, junto à rotunda António Guterres. Para os socialistas, a zona industrial do Fundão é a correcta localização do investimento.

Agostinho Martins refere ser seu direito investir onde quer e da forma que pretende, sempre no respeito das leis, acrescentando que a sua acção não pode estar condicionada à existência ou não de qualquer parque industrial. O empresário expressa o reconhecimento ao então presidente da autarquia José Maria Fortunato, altura em que foi licenciada a primeira unidade fabril que projectou a empresa para o lugar que hoje ocupa. O gerente das empresas sublinha “nunca ter beneficiado de favores ou ajudas especiais e que o Plano Director Municipal aprovado em 2000, pela maioria socialista, permite-lhe construir o que é de lei na sua propriedade, não sendo nenhum crime”.

Apesar do actual clima económico, do constante desaparecimento de unidades fabris no concelho e crescimento do desemprego, o empresário decidiu investir no Fundão, embora refira que “a decisão ainda não está tomada”. A unidade industrial que pretende construir é virada para a exportação, que segundo Agostinho Martins, tanto pode ser no Fundão, na Covilhã, em Castelo Branco ou na Guarda. A terraplanagem efectuada no terreno não é mais, destaca o empresário, do que a remoção de lixo que ali estava depositada, à entrada do Fundão.

Agostinho Martins mostra-se indignado e ofendido com as declarações do presidente da concelhia do PS do Fundão que classifica de eleitoralistas “uma situação lamentável porquanto não importa prejudicar o Fundão contando que isso se traduza em algum benefício político e irónico já que o Governo, também do PS, esforça-se para preservar o que resta do tecido empresarial português”. No comunicado, Agostinho Martins coloca de parte o aspecto político, e refere o apoio e reconhecimento pelo esforço que o actual presidente da CMF tem desenvolvido na dinamização do concelho.


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