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Sábado, 24 Out 2020
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SOCIEDADE
NOVA SEDE A FUNCIONAR
Rádio Cova da Beira
Está inaugurada a nova sede da delegação distrital da associação Portuguesa de deficientes. O organismo vai continuar a funcionar no concelho da Covilhã, depois de um largo período de indefinição e que chegou a fazer pairar a ameaça de encerramento daquela estrutura.
Por Nuno Miguel em 21 de Apr de 2014
A partir de agora a sede da delegação vai funcionar no centro multifunções de Cantar Galo, num espaço cedido pela união de freguesias de Vila do Carvalho e Cantar Galo e que permite a continuidade das actividades que vinham a ser desenvolvidas assim como levar por diante novos projectos. Apesar de o dia ser de festa, a presidente da delegação distrital da APD não esconde que nos últimos três anos a instituição teve de se bater pela sua sobrevivência. Teresa Campos afirma que “os últimos anos foram extremamente atribulados e duros; as dificuldades físicas do espaço, a falta de condições financeiras para fazer face às despesas mensais e a permanente falta de apoios institucionais trouxeram-nos muitas angustiais e decepções; esta nova sede permite-nos agora abrir o caminho para um novo começo”.

Também o vereador com o pelouro da acção social na autarquia covilhanense sublinha o facto de se encontrar uma solução que permite que a APD possa continuar a desenvolver a sua actividade. No entanto Jorge Torrão refere que este foi um dos dossiers mais complicados que encontrou assim que assumiu funções na câmara da Covilhã “foram momentos muito difíceis que vivi logo que assumi a minha função mas não hesitei em colocar-me ao lado destas mulheres e destes homens que na APD estavam a sofrer momentos angustiantes e poderia mesmo estar em risco a perda desta notável associação; mas nós temos que operar na dificuldade e é ai que se pode ver a diferença entre as pessoas”.

Já o presidente da união de freguesias de Cantar Galo e Vila do Carvalho sublinha que este protocolo permite dar uma nova dinâmica ao centro multifunções que tinha vários espaços sem qualquer actividade. Pedro Leitão afirma que “a nossa união de freguesias não aceitou que a APD pudesse encerrar portas e por isso foi possível encontrar esta solução que vez que tínhamos aqui espaço disponível; é uma sala lindíssima que foi construida com dinheiros públicos e que não estava a ser utilizada e era uma pena ter estas condições e deixar cá morar o vazio”.


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