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Quarta, 26 Jun 2019
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POLÍTICA
UM CENÁRIO INDESEJÁVEL
Rádio Cova da Beira
É desta forma que todas as forças políticas que integram o executivo da câmara municipal da Covilhã reagem à possibilidade de se realizarem eleições intercalares na Boidobra.
Por Nuno Miguel em 18 de Apr de 2014

Todos os elementos da oposição entregaram o pedido de renúncia, mas o presidente da junta de freguesia remeteu-lhes novamente o processo para que todas as assinaturas possam ser reconhecidas pelo notário. O tema foi abordado no final da última reunião extraordinária do executivo e Pedro Farromba, do movimento “Acreditar Covilhã” reconhece que a situação é muito difícil mas ainda acredita que é possível ultrapassar o impasse “é verdade que já foi apresentado um pedido de renúncia mas eu ainda agora sugeri que se tentasse fazer uma nova votação na assembleia de freguesia; temos que aguardar por resultados mas penso que seria a solução mais viável porque realmente não interessa a ninguém a realização de eleições”.

Também o vereador do PSD reconhece que é difícil chegar a um entendimento. Joaquim Matias sublinha que, caso a renúncia se confirme, é mau para a Boidobra a realização de eleições intercalares “é pena não ter havido uma preocupação de resolver este problema duma outra forma; se eventualmente há a acusação de que algo correu menos bem na votação acho que a realização duma nova poderia eventualmente resolver o problema; de qualquer forma não ser se ainda será possível seguir esse caminho e eu acho que é mau a freguesia ir novamente para eleições”.

José Pinto, vereador da CDU, admite que está muito preocupado com a situação “a freguesia da Boidobra está a perder com aquilo que está a acontecer e tentei sempre, desde a primeira hora, que se encontrasse uma solução e alertei várias vezes para isso e enquanto cidadão estou preocupado”.

Já o presidente da câmara da Covilhã reconhece que as dificuldades para um entendimento são muitas. No entanto Vítor Pereira ainda se mostra esperançado uma vez que o pedido formal de renúncia ainda não lhe foi entregue “não me foi entregue e gostaria que não fosse porque era sinal de que tinha havido um entendimento embora veja que isso é muito difícil porque uma coisa são as posições políticas e outra bem diferente são disputas de natureza pessoal que, na minha opinião, é aquilo que está a contaminar um eventual entendimento”.


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