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Sexta, 22 Nov 2019
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SOCIEDADE
DEBELAR O PASSIVO
A direc??o da APPACDM do Fund?o pretende at? final do mandato, em 2010, debelar o passivo que a institui??o tem. 29 mil euros ? o d?fice actual, constante do relat?rio e contas do ano passado aprovado por unanimidade na assembleia geral. Apesar de ser um valor preocupante ? o menor dos ?ltimos quatro anos.
Por César Duarte Ferreira & Miguel Malaca em 27 de Mar de 2009
José Veríssimo, actual presidente da direcção, no final da reunião dos associados, confirmou à RCB que a diminuição da dívida é um dos principais objectivos a alcançar: “temos que racionalizar os serviços da instituição, o que é fundamental e mostrar aos trabalhadores que é preciso faze-lo, depois cativar os amigos da instituição para virem ver o nosso trabalho e fabricar objectos de arte para serem fabricados.”

Apesar das dificuldades financeiras, a instituição tem que pensar no futuro. O aumento da capacidade do número de utentes de 35 para 45 jovens, é uma das metas definidas pela direcção, aguardando o parecer da segurança social que pode ser dado até Julho deste ano: “temos esperança que essa luz verde surja para aumentarmos os nossos utentes de 35 para 45, mas tudo depende da segurança social.”

Outro projecto, ansiado à muito, por responsáveis, utentes e associados da APPACDM do Fundão, passa pela construção de um lar. É um proposito que não está esquecido e de acordo com José Veríssimo, o projecto para a construção daquela infra-estrutura está a ser elaborada, será entregue na câmara da cidade, esperando que até final do corrente ano haja uma respostas dos responsáveis: “queremos trazer um lar para a instituição é o objectivo deste mandato, apesar de depender dos serviços que possam apoiar esta estrutura.”

APPACDM do Fundão que continua a apelar ao apoio indispensável de instituições, empresas, e comunidade em geral para cumprir o objectivo para a qual foi criada. A assembleia geral da associação portuguesa de pais e amigos do cidadão deficiente mental do Fundão que ontem se iniciou com quase uma hora de atraso, já depois de ter sido dada o hora estabelecida nos estatutos da associação. Diga-se que a RCB não pode assistir ao encontro por decisão unilateral do presidente da direcção, que no entanto no final se mostrou disponível para prestar declarações.


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