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Sábado, 19 Out 2019
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SOCIEDADE
GNR ESTUDA REESTRUTURAÇÃO
Rádio Cova da Beira
No dia do comando territorial de Castelo Branco, o segundo comandante geral da GNR, José Caldeira, deixou a garantia de que não é política do ministério da administração interna encerrar postos da GNR do interior do país. A reestruturação que está a ser equacionada passa pelo agrupamento de postos.
Por Paula Brito em 28 de Mar de 2014

Segundo José Caldeira o encerramento de postos criar insegurança na população "nós ao encerrar um posto, depois das pessoas ficarem privadas de outras coisas, cria-lhes um sentimento de insegurança muito grande, ainda assim é preferíovel terem qualquer amarra, mesmo que não funcione como posto integralmente, porque para funcionar integralmente tem que ter no mínimo 18 militares, isso não existe na maior parte dos postos, lutamos contra insto há algum tempo, mas procuramos não encerrar".

Areestruturação que está a ser equacionada vai ter conta vários factores "tem a ver com o agrupar postos onde, como, e com os meios que deve ter, porque quando criamos um destacamento, não é só criar infra estruturas, depois há valências especiais que o destacamento deve ter, depois também temos que ver as instalações físicas com que contamos já, ou com algumas que se possam vir a fazer, por intermédio das autarquia e aí temos tido um apoio extraordinário por parte das autarquias, essa reestruturação poderá também passar por aí." José Caldeira não avança prazos, mas garante que "já está a ser equacionada".

Certo é que até final do ano haverá mais 400 militares no activo que serão distribuídos por todo o país. Desta vez, a GNR equaciona alterar os critérios de distribuição de efectivos, normalmente assentes na extensão da área, número de população e índices de criminalidade "mas o mesmo critério aplicado durante algum tempo pode provocar distorsões e não vamos, provavelmente desta vez, aplicar esse critério porque já o aplicamos nas últimas duas distribuições em que o número de efectivos era muito superior, e depois provoca distorções principalmente nos distritos do interior onde não há índices de criminalidade tão elevados e como esse é um factor de grande peso, portanto não podemos andar sistematicamente a aplicar os mesmos critérios" conclui o segundo comandante geral da Guarda Nacional Republicana,  


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